sábado, 24 de dezembro de 2016

Gizz de Natal!!



E foda-se o bom velhinho mais uma vez. O que importa é que Simon Bisley leva o título de maior boa-praça da CCXP 2016 a julgar pelos vários relatos em uníssono - seguido de perto por Bill Sienkiewicz, Mark Farmer, Frank Miller e Frank Quitely. Pelo que tenho lido, visto e ouvido, sensacional é pouco pra definir o trato fino desses caras.

Lendas continuam sendo lendas, no entanto. Com tons melancólicos e tudo.

Fucking festas pra todo mundo que estiver passando por aí!

sábado, 10 de dezembro de 2016

Princesa se atraca com Carcaju na praia

Então vamos de ep. #20 de Super Power Beat Down: Mr. Howlett contra Ms. Prince. Como sempre sanguinolento, estimulante (feat. Psylocke), bem produzido e diligentemente conduzido. Em suma, o prazer culpado nerd supremo.


Ganhou quem eu torcia pra ganhar. É sempre assim quando não aposto.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

O Legado Zéfiro

Mais uma rodada por conta do camarada Sandro: no fabuloso documentário curta-metragem Zéfiro Explícito (2012), de Sergio Duran e Gabriela Temer, é passada a limpo a história de Alcides Aguiar Caminha, datiloscopista da Imigração, compositor e alter-ego do mitológico Carlos Zéfiro, o deus pagão dos catecismos.


Anos atrás escrevi algumas linhas em tributo ao Zéfiro, voraz consumidor de catecismos que sempre fui. Mas foi a 1ª vez que tive acesso aos pormenores da história toda pela boca dos próprios envolvidos. Os depoimentos de Ota, Juca Kfouri e do filho do Homem foram bem mais que especiais - foram essenciais. Chegam a ser inspiradores.

Nada mais justo que, em tempos de FICs, FGDQs e CCXPs, o comercialismo desenfreado dê um descanso e o legado desse autêntico patrimônio popular não fique mais uma vez esquecido.

Entrevista quase protocolar no Jô Onze e Meia. O relógio realmente parecia estar correndo para o bom e velho Zéfiro...

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Juiz, júri e rebatedor


The Walking Dead abriu sua 7ª temporada e, enfim, o insidioso Negan saciou a sede de sua Lucille. Após seis meses de suspense em estado sólido, um estranho alívio se instala após a experiência. E com certeza foi uma experiência.

Como era de se esperar, muita gente ficou indignada. Achei uma graça o artigo/bate-bola de dois colunistas do The Verge. Pontuando os argumentos de seu Clube de Desistentes de The Walking Dead estão missivas como "torture-porn mascarado de drama", "o episódio mostra o quão vazia a série se tornou" e, minhas favoritas, "o desprezo pelos espectadores é o maior pecado de The Walking Dead" e a lapidar "respeite sua energia emocional e diga 'não'".

Neste ponto, onde foi preciso recorrer a slogans antidrogas de três décadas atrás, fiquei na dúvida se queriam convencer o leitor ou a eles mesmos - talvez já antecipando a porrada da abstinência.

Mas sou solidário. E não é da boca pra fora: dropei Game of Thrones quando vi as engrenagens daquela máquina de criar-personagens-carismáticos-em-tempo-recorde-só-para-trucidá-los-em-seguida funcionando a pleno vapor. Uma vez conhecendo o truque, parei de me importar. Spoilers de uma ou outra atrocidade cometida na temporada seguinte me mantiveram afastado.

Para mim, que não li os tijolos da franquia literária, não fizeram diferença os possíveis desdobramentos daquilo. Só me pareceu... vazio... arrogante... emocionalmente exaustivo. E acima de tudo, gratuito. Em outro aspecto, porém, havia a grande referência do Casamento Vermelho - momento ainda mais brutal, chocante e inesperado, mas o fruto perfeito de um crescendo narrativo que vinha sendo cultivado sorrateiramente ao longo da série. Com a premiere de The Walking Dead foi o mesmo, com reverência extra à performance descaralhante de Andrew Lincoln.

Talvez não signifique muito para o não-leitor do gibi, puto com o episódio, o fato da série conferir uma tardia dignidade à despedida de um determinado personagem e ainda desenvolver a premissa de Robert Kirkman de uma forma que superou até a original. Não. A melhor dica é que tudo o que aconteceu ali foi essencial para a nova etapa daquele universo, que, garanto, valerá a pena para quem se atrever a chegar lá.

Provavelmente.

Quase acertei, hm? Meio ponto pra mim e estamos conversados.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Gore! Gore! Gordon!



Herschell Gordon Lewis
(1929 - 2016)

Os obituários estavam suspensos, mas essa é daquelas exceções. Afinal, é o padrinho do gore e inventor do splatter, o gore do gore.

Lewis foi um libertino bizarro e tosco do tamanho de um Ed Wood com o lirismo de um Russ Meyer e a cara de pau de um Roger Corman. Estava voando baixo há um tempo, mas é isso aí. Se divertiu muito.










E nós também.

domingo, 28 de agosto de 2016

Защитники Zaschitniki (трейлер)

Registro do trailer #3 dos Supersoldados Sovié... opa, Guardians (2017), marcando a entrada da Mãe Rússia na corrida super-heroística contra os opressores estadunidenses.


Parece um fan film muito bacanudo. Mas ainda um fan film. Como tenho apreço por caras-de-pau, admito que me parece divertido. O que dizer então de rip-offs de Soldado Invernal/Snake Eyes/Cyborg Ninja, Sue Richards, Chicote Negro e outros notáveis heróicos e/ou vilânicos. O produtor e diretor armênio (!) Sarik Andreasyan não poupou esforços.

De brinde, ainda um urso antropomórfico largando o aço pra cima dos meta-vagabundos com uma prima russa da Ol' Painless.

Urso esse que nem rip-off é. É furto mesmo.


Dzya-dzya Stan e seu komitet já estão maquinando uma retaliação contra Moscou. Mal sabem esses huskies com quem estão se metendo.

Excelsior!