Qualidade de animação ligeiramente acima do padrão, a estética emula o traço do desenhista Ryan Ottley, algumas cenas são quase transposições do quadrinho, o Omni-Man soa ameaçador e p(h)oderoso. E, mais importante, o grafismo realmente bate o cartão na série.
Fiquei empolgado. Já passou da hora de alguém cutucar o (hoje, preguiçoso) domínio da DC no campo das animações. Nem que seja a improvável Image.
Aliás... momento oportuníssimo para republicarem Invencível por aqui. A defunta HQM levou seis anos para editar quatro volumes – cobrindo 19 edições das 144 totais. Uma opção seria a Mythos, que às vezes trabalha Image. Mas a titular da editora gringa é a Devir, com seu calendário de lançamentos baseado na passagem do cometa Halley. Enfim.
Ao menos foram 60 segundos de abstração e diversão, em que quase não pensei no Omnibus do Quatrocentos Fantást... digo, Quarteto Fantástico.