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quarta-feira, 4 de dezembro de 2024
Épico ROM na Epic
Chutão da Marvel no ângulo: o ROM clássico de Bill Mantlo e Sal Buscema terá uma versão Epic Collection pra chamar de sua. Está lá, entre as solicitações de fevereiro. ROM Epic Collection: The Original Marvel Years Vol. 1 será um brochurão de 432 páginas compreendendo as edições #1 a #20 de ROM (dez/1979-jul/1981)). Uma surpresa que ouriçou num êxtase cósmico os fãs do Cavaleiro Espacial. Todos os oito.
Brincadeira (?).
O fato é que o herói cibernético, mesmo nos Estados Unidos, sempre operou em escala modesta, pra marvete fanboy graduado. Quem dirá aqui no Brasil, 35 anos depois da última publicação. Boletos chegaram, fraldas e cabelos brancos também. Dos bravos guerreiros que sobraram, poucos ainda têm di$posição pra essa coisa de gibi. Então, a republicação via Epic Collection – formato bom-e-barato (você me entendeu) – acaba sendo um passe açucarado para a Panini.
Confesso que fiquei loucamente apaixonado pelos ROMNIBUS. Mas talvez não seja a reeedição épica que precisamos agora. Precisamos da Epic. Mesmo que seja suspeito o fato da Panini até agora não ter dado continuidade a nenhum de seus títulos da série. No caso do galadoriano cromado, seriam necessários ao menos uns 4 volumes para fechar as 75 edições originais*.
* Já fazendo vista grossa para a edição #38, com o crossover com o Mestre do Kung Fu, cujos direitos estão agora revertidos ao Sax Rohme Estate.
De todo modo, é interessante assistir essa nova lua de mel do casal Marvel-Hasbro (Masbro?) com jeitinho de pornozão em VHS embolorado. Ainda mais porque, nos últimos anos, a Casa das Ideias andou pulando a cerca do copyright e cometeu pequenas indiscrições aqui e ali. E acolá.
ROM Epic Collection é tudo o que precisávamos.
(...)
Se bem que “A Saga de ROM, o Cavaleiro Espacial” ® não soa nada mal. Nada mal mesmo.
Atualização 8/12
É, a Panini optou pela facada com giradinha: será ROMNIBUS, mesmo. Em três volumes. E$pectros me mordam.
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segunda-feira, 11 de março de 2024
Uma gata perfeita
Olhei o descontinho de 42%, respirei fundo e fui.
Mulher-Gato por Ed Brubaker parecia inatingível e, mesmo assim, inevitável. Só conhecia os dois primeiros arcos, publicados pela Panini em Mulher-Gato: Um Crime Perfeito, e já tinha achado o melhor material que li da Selina. Coisas que só a dupla Ed Brubaker–Darwyn Cooke faz por você.
Isso foi em 2008. Os tempos mudaram. E os preços também.
Desta vez, a fase está completa e trazendo um selecionado que vai de Mike Allred e Javier Pulido a Sean Phillips e Paul Gulacy. O irônico é que durante muito tempo, achava que o TPBzinho único cobria todo o material... Ignorance is bliss.
Mas que TPBzinho maravilhoso foi aquele.
Tal qual a anti-heroína, a edição era um charme: capa cartão com orelhas e reserva de verniz, papel couché, extras com capas originais, bios e pequenos mimos com informações. Um trampo editorial caprichado do Oggh.
Mesmo após 15 anos, o gibi nunca saiu do alcance da mão. Já o Omnibus-calhamaço de 1080 páginas não consegui nem levantar para a foto.
Na época, deve ter vendido meia dúzia de exemplares. Uma pena. Preferia mil vezes que o run fosse serializado assim.
Mulher-Gato por Ed Brubaker parecia inatingível e, mesmo assim, inevitável. Só conhecia os dois primeiros arcos, publicados pela Panini em Mulher-Gato: Um Crime Perfeito, e já tinha achado o melhor material que li da Selina. Coisas que só a dupla Ed Brubaker–Darwyn Cooke faz por você.
Isso foi em 2008. Os tempos mudaram. E os preços também.
Desta vez, a fase está completa e trazendo um selecionado que vai de Mike Allred e Javier Pulido a Sean Phillips e Paul Gulacy. O irônico é que durante muito tempo, achava que o TPBzinho único cobria todo o material... Ignorance is bliss.
Mas que TPBzinho maravilhoso foi aquele.
Tal qual a anti-heroína, a edição era um charme: capa cartão com orelhas e reserva de verniz, papel couché, extras com capas originais, bios e pequenos mimos com informações. Um trampo editorial caprichado do Oggh.
Mesmo após 15 anos, o gibi nunca saiu do alcance da mão. Já o Omnibus-calhamaço de 1080 páginas não consegui nem levantar para a foto.
Na época, deve ter vendido meia dúzia de exemplares. Uma pena. Preferia mil vezes que o run fosse serializado assim.
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terça-feira, 13 de fevereiro de 2024
Milagre de Carnaval
O Rei Momo não é Santo, mas andou operando uns milagres pagãos durante a Festa da Carne: os crossovers DC-Marvel serão finalmente republicados.
Deu no 13th Dimension.
Para registro:
Estão quase todos aí, incluindo minha adorada-salve-salve Os Fabulosos X-Men e os Novos Titãs. ❤️
A saber: a ausência da HQ-evento LJA/Vingadores.
Chuto que a última deverá vir num busão próprio e do tamanho certo para arrombar ainda mais os arrombados que a vendem por preços pornográficos na internet. Será lindo.
Ps: ok, ok, também não sou fã de juntar tudo num X-Busão sem o menor critério qualitativo. Mas é o que tem pra amanhã.
Deu no 13th Dimension.
HUGE NEWS! DC AND MARVEL TEAM-UPS to Get New OMNIBUS EDITIONS This Summer. DETAILS:
Publicado por 13th Dimension em Terça-feira, 13 de fevereiro de 2024
Para registro:
DC Versus Marvel Omnibus collects Batman/Captain America #1, Batman/Daredevil #1, Batman/Punisher: Lake of Fire #1, Batman/Spider-Man #1, Daredevil/Batman #1, DC Special Series #27, Darkseid vs. Galactus: The Hunger #1, Green Lantern/Silver Surfer: Unholy Alliances #1, Incredible Hulk vs. Superman #1, Marvel and DC Present Featuring the Uncanny X-Men and the New Teen Titans #1, Marvel Treasury Edition #28, Punisher/Batman: Deadly Knights #1, Silver Surfer/Superman #1, Spider-Man and Batman #1, Superman vs. the Amazing Spider-Man #1, and Superman/Fantastic Four #1.
DC/Marvel: The Amalgam Age Omnibus collects DC Versus Marvel #1-4, DC/Marvel: All Access #1-4, Unlimited Access #1-4, Bat-Thing #1, Bruce Wayne: Agent of S.H.I.E.L.D. #1, Bullets and Bracelets #1, Challengers of the Fantastic #1, Doctor Strangefate #1, Iron Lantern #1, Legends of the Dark Claw #1, Lobo the Duck #1, Speed Demon #1, Spider-Boy #1, Super Soldier #1, Thorion of the New Asgods #1, X-Patrol #1, and more, plus a treasure trove of behind-the-scenes material.
Estão quase todos aí, incluindo minha adorada-salve-salve Os Fabulosos X-Men e os Novos Titãs. ❤️
A saber: a ausência da HQ-evento LJA/Vingadores.
Chuto que a última deverá vir num busão próprio e do tamanho certo para arrombar ainda mais os arrombados que a vendem por preços pornográficos na internet. Será lindo.
Ps: ok, ok, também não sou fã de juntar tudo num X-Busão sem o menor critério qualitativo. Mas é o que tem pra amanhã.
sexta-feira, 24 de novembro de 2023
O retorno do Bárbaro Vingador
Apoio no Catarse confirmado em novembro de 2021, previsão de entrega para abril de 2022 e, desde então, apenas alguns posts relatando problemas com gráficas e matéria-prima (papel, oras). Já havia estoicamente dado como perdido, mas eis que o Omnibus Tarugo de Brakan, de Mozart Couto, finalmente chegou. E só levou dois anos! Praticamente um passeio de barco na época dos descobrimentos.
Dá pra mandar o clichê: valeu a espera. A jovem editora Universo Fantástico fez uma grande curadoria. É um tomo de mais 500 páginas com 200 de material inédito, mais algum material publicado originalmente pela Opera Graphica e pela Atomic Books – e que, arrogantemente, tenho tudo.
O "Tarugo" (?) ficou muito bonito, incluindo os extras, estudos, prints e o pacote com pôster, bookplate e até um mini-álbum de figurinhas.
Nada menos do que o melhor para o mestre Mozart Couto.
Seria o 1º Omnibus de um personagem brasileiro. Mas as vicissitudes da vida indie são implacáveis e os pictos da Rua do Limoeiro chegaram antes...
terça-feira, 23 de maio de 2023
Sempre teremos Gálador
"Talvez um dia relancem. Basta a Disney querer." — há algum tempo, sonhando acordado.
A rápida — e marota — aparição em Coleção Histórica Marvel - O Incrível Hulk vol. 12 parecia um bom presságio. Mas também algo improvável. Vai saber que acordo mefistofélico a Marvel e a Hasbro fizeram para se alinhar sobre o ROM. Finalmente.
Para mim, o material original de Bill Mantlo e Sal Buscema é uma bem-vinda anomalia: é tão espírito de seu tempo quanto atemporal. E divertida pra caramba. Fora que a saga do Cavaleiro Espacial, hoje, tem potencial para voos muito maiores.
Com os pés de volta ao chão, por hora, o Busão está de bom, boníssimo tamanho.
E, mais importante, que não e$queçam do Bill Mantlo.
terça-feira, 31 de janeiro de 2023
O Busão da Tropa Alfa é um estouro!


Knock it off, Hudson!
Tropa Alfa por John Byrne era uma obrigação moral. Forjadas no fogo da má vontade de seu próprio criador, as histórias da superequipe canadense eram curtidas num foda-se narrativo tão descarado que acabaram rendendo alguns dos momentos mais bizarros, violentos e divertidos da Marvel.
Então, como um dos pretensos pais adotivos desse filhote renegado, comemorei o aniversário de 14 anos do volume 2 da descontinuada Os Maiores Clássicos da Tropa Alfa — com capa cartão e o sumido-mas-jamais-esquecido papel LWC — catando logo o Omnibus numa combinação marota somando 40% de desconto (progressivo + cupom do HQ Barata). Mesmo assim saiu caro.
Mas como precificar o Víndix/Guardião James MacDonald Hudson explodindo na frente da Heather? Impossível.
E aquilo era só a ponta do iceberg.
Está lá todo o run do Byrne, do Alpha Flight #1 (maio/1983) ao #28 (julho/1985), o #29 com Mike Mignola nos desenhos e Bill Mantlo amarrando as pontas soltas da saideira, mais o tie-in correspondente de Secret Wars II #4 (julho/1985). Foi uma longa espera.
Até então, a Panini havia editado pouco menos da metade da fase. Só tínhamos as loucas edições da Abril, onde nem o Beyonder conseguia se salvar.
Agora só me resta o Bu$ão do Namor para fechar todo o Byrne que vale.
Cena pós-créditos:
Já elaborei sobre isso antes. Mas ô custo-benefício dos infernos.
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2021
Tá chegando o Busão da $JA...
Finalmente a editora Panini inicia a pré-venda do 1º omnibus da elogiada fase da Sociedade da Justiça da América de Geoff Johns, James Robinson, David Goyer (quá, quá), Carlos Pacheco e grande elenco. São 1.224 páginas a um precinho recorde rumo ao pentacampeonato dos 500 reais—e a propósito, são trigêmeos. Mais barato do que a importada da Amazon lá fora (só em marketplace) e da Amazon aqui dentro.
Vi as lombadas grossas e redondíssimas—fíu, fíu—desses busões em mais estantes de youtubers que a hashtag "recebidos" web afora. Em outras palavras, a tentação é grande, mas, ainda assim, tentação. E nesse momento, não sei se sou digno de erguer o Mjolnir. Maldita falha de caráter.
Sem maiores digressões, ficam as dúvidas:
💀 Quem vai?
💀 A Panini sabe que a única vantagem de uma pré-venda é um belo desconto no preço? Isso até a Mythos sabe, Sombra.
E a seção de aquisições segue versando mais sobre o que gostaria de adquirir e menos sobre o que adquiri de fato. Preocupado, eu?
Ps: Do Vale, ainda mantém o "Nem reclamo mais, SÓ QUERO QUE VENHA" jovem e inconsequente da outra vez? Aquilo foi lindo, cara.
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sexta-feira, 19 de novembro de 2021
Centro de Repouso Residencial Solar Qualité Arkham
Com a Edição Absoluta de Batman: Asilo Arkham, a Panini deu uma boa perspectiva do cenário atual do mercado de HQs. Por mais que a "nova tabela" dos gibizinhos venha causando estrago nos últimos anos, ainda é acachapante a naturalidade com que se lança algo com preço acima dos outrora virginais duzentos mangos. E sem direito a chazinho de "BLACKPANINI" *. É muito louco: omnibus e demais cases luxuosos estreando —e triunfando— no Brasil em meio a uma das piores crises econômicas de sua História.
Fico imaginando se um dia vamos rir disso, como rimos hoje, sei lá, das cores psicodélicas dos gibis da Bloch ou dos nomes abrasileirados que os personagens americanos ganhavam aqui. Provavelmente não.
Embora todo o segmento tenha encarecido de forma sem precedentes, é verdade que a variedade do material também deu um salto em direção aos padrões da matriz gringa. Ainda falta muito chão até chegar lá, mas já é interessante poder optar por um tomo bíblico compreendendo fases inteiras ou pelos práticos TPs coletando um arco por vez. Claro, a caça de preços tem papel de destaque nessa conta. E deveria ter mais, afinal vivemos na Era de Conan.
Na nova versão de Asilo Arkham, lançada lá fora em 2019, fica claro o quanto se paga pelo luxo. Nada muito diferente do direcionamento comercial da editora. A história em si é média-metragem de 96 páginas, plus guardas, plus expediente/créditos. Nos extras, bios, textões de Dave McKean, Karen Berger e Grant Morrison (será que traduziram?), estudos de personagens, tratamento inicial do roteiro, artes preliminares e galeria, totalizando mais de 120 páginas de mimos Deluxe.
Tudo dimensionado em big formatão 20.5 x 31 cm com capa alternativa e caixa-luva com as lindíssimas artes de McKean (oh, o pleonasmo). De fato, a edição passaria fácil por um artbook do ilustrador britânico.
O que a suntuosa e luxuriante edição da Panini não traz —e nem trouxe em suas desastrosas edições anteriores— é um dos maiores trunfos da versão da Abril: a fabulosa letrista Lilian Toshimi Mitsunaga.

Quando trabalhou na edição nacional de Asilo Arkham, em 1990, Mitsunaga tinha dez anos no ofício. Até ali já havia feito colaborações marcantes em quadrinhos da Martins Fontes, VHD Diffusion e da própria Abril, mas o espetacular letreiramento de Asilo Arkham foi seu grande momento na época —e, sem dúvida, um dos pontos altos de sua brilhante carreira.
Letreirar as fontes do mestre Gaspar Saladino não é para qualquer um(a). Com a perícia da velha escola, Mitsunaga emulou minuciosamente a tipografia de cada diálogo (balonado ou não), recordatório e inscrição criado por Saladino. Lembrando que, em Asilo Arkham, cada personagem tinha um estilo de letreiramento próprio, como uma forma de refletir o estado psicológico de cada um.
E tudo feito à mão, num irretocável exercício de estilo artesanal.
Lilian Mitsunaga, com sua voz de ASMR e fã do grande letrista John Costanza, dava ali mais um exemplo de evidente amor pelo trabalho sem saber que também daria um banho em todas as preguiçosas versões posteriores de Asilo, mesmo com a infinidade de programas e packs de fontes digitais à disposição hoje.
É verdade que a nova mega-edição traz o melhor trabalho de letreiramento da Panini para Asilo até aqui. Méritos do letrista Fábio Figueiredo, que deu todo o esforço, seriedade e profissionalismo que a incursão exigia. Realmente digno de nota, ainda que, claro, não se compare, até por motivos outros —por exemplo, a (blasfema) "remasterização" das letras originais de Saladino na versão gringa, seguida à risca pela edição nacional.
É a eterna briga da Forma vs. Conteúdo.
Por essas e outras, não me desfaço da minha velha edição por nada. O trabalho de Lilian Mitsunaga em Asilo Arkham segue incomparável. O nível é simplesmente outro. E não é pra menos. Até o Instagram dela é uma delícia letreirística.
* Atualização 24/11:
Sim, teve chazinho de "BLACKPANINI", sim. Fraquinho e requentado, é verdade, mas vamos ser justos.
terça-feira, 12 de janeiro de 2021
Os tempos mudaram desde Capitão América #100
Já prevista no cronograma de pré-venda, semana passada foi a Semana Oficial de Ostentação do Omnibus do Quarteto Fantástico de John Byrne. Boa parte da internerd brasileira (1%?) bombardeou as redes sociais com selfies ao lado da lombadona preta com o selão MARVEL OMNIBUS no topo — alguns chegaram a jurar que devoraram o tijolão inteiro na mesma tarde (arram, Claudia, senta lá). Em suma, foi uma indecorosa festa dos Omnibuses, em plena economia do Posto Ipiranga.
Uma prática superficial, exibicionista, burguesa e cara de mamão, à qual faço coro agora, com a poeira abaixo da linha da cintura. Crime pior é receber essa Arca da Aliança quadrinhística em casa e não tirar nem uma 3x4 pro álbum de família.
A ironia é que tenho todas as Maiores Clássicos da 1ª Família, fora os formatinhos do Jotapê. Então, pra mim, é tudo repeteco. Porém, uma vez o foda-se ligado, o inferno é o limite.
E se bobear, meto uma calota nesse busão. Vai bombar no TikTok.
Ps: já aguardando faminto pelo busão da Sue-Malice.
Uma prática superficial, exibicionista, burguesa e cara de mamão, à qual faço coro agora, com a poeira abaixo da linha da cintura. Crime pior é receber essa Arca da Aliança quadrinhística em casa e não tirar nem uma 3x4 pro álbum de família.

A ironia é que tenho todas as Maiores Clássicos da 1ª Família, fora os formatinhos do Jotapê. Então, pra mim, é tudo repeteco. Porém, uma vez o foda-se ligado, o inferno é o limite.
E se bobear, meto uma calota nesse busão. Vai bombar no TikTok.
Ps: já aguardando faminto pelo busão da Sue-Malice.
domingo, 15 de novembro de 2020
Mural da vergonha
Ok, podia colocar a culpa na euforia deste dia de "festa da democracia" e na quantidade obscena de latões de Ecobier matadas logo após o dever cívico (e todo mundo sabe que cervejas ficam 300% mais deliciosas durante a lei seca), mas a verdade é uma só: sou um verme.
Como parte confessa do problema e um maldito corrompido pelo sistema, só me resta apelar a alguns atenuantes.
Os 25% de alívio do último dia da Esquenta Black foram um anzol magnético. E mesmo já possuindo quase todo o material do omnibus na complicada e perfeitinha Os Maiores Clássicos do Quarteto Fantástico, as Marvel Team-Up #61-62 e Marvel Two-in-One #50, inéditas na defunta supracitada, protagonizavam meus pesadelos mais completistas.
Causa e circunstância, seu juiz. Mantido, espero.
Próximo capítulo: "sou uma vítima da genialidade do John Byrne dos anos 80."

Como parte confessa do problema e um maldito corrompido pelo sistema, só me resta apelar a alguns atenuantes.
Os 25% de alívio do último dia da Esquenta Black foram um anzol magnético. E mesmo já possuindo quase todo o material do omnibus na complicada e perfeitinha Os Maiores Clássicos do Quarteto Fantástico, as Marvel Team-Up #61-62 e Marvel Two-in-One #50, inéditas na defunta supracitada, protagonizavam meus pesadelos mais completistas.
Causa e circunstância, seu juiz. Mantido, espero.
Próximo capítulo: "sou uma vítima da genialidade do John Byrne dos anos 80."
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