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segunda-feira, 24 de janeiro de 2005

SE AS MENINAS DO LEBLON NÃO OLHAM MAIS PRA MIM

.::Desafio cinematográfico::.


Que Neo que nada... óculos maneiros são esses aí

Coisa de quem não tem o que fazer (ou o que pensar), sei. Mas, como tudo o que escrevi até hoje por aqui foi nessa base, hey ho let's go. Um quebra entre esses dois iria primar pela incerteza do resultado. Eles são, disparados, os personagens heróicos mais 'mandrakes' do cinema (talvez caiba aí a inserção do Ethan Hunt também). Ou seja, eles conseguem tirar da cartola a melhor - e a mais improvável - solução para qualquer problema. Eles são mestres absolutos em todas as técnicas de luta, até as inexistentes. A todo momento, desafiam as leis da gravidade e da física. Encaram verdadeiros exércitos de guerreiros sobre-humanos e hiper-treinados que caem como moscas ante seus golpes. No meio disso tudo, eles ainda arrumam tempo para soltar frases espertinhas (todas sub-"I'll be back", sub-"You're the disease, and i'm the cure" e sub-"Hasta la vista, baby") e, o mais importante... dar uns amassos na mulher mais bonita do filme. Sem contar que os dois têm só um nome (maneiraços, por sinal).

Descrição: Blade é um mestiço. 25% humano, 25% vampiro e 50% Wesley Snipes. O cara transformou um personagem obscuro das HQs em um anti-herói estiloso e altamente característico. Eu mesmo só vi o Blade nos quadrinhos uma vez e olhe lá (quem aparecia direto mesmo era o igualmente fodão Morbius).

Poderes: Blade é poderoso como os vampiros e sem nenhuma de suas fraquezas. Tem força, velocidade, o fator de cura vampírico usual e agilidade sobre-humana. Tem um arsenal de fazer inveja ao Terminator e é um exímio espadachim, mas sua arma mais eficiente é sem dúvida as duas... hã, blades, que são um misto de bumerangue com shuriken, e parecem ter vida própria. E o cara é cool pacas!

Pontos fracos: Da minha parte, quem consegue partir o Ron Perlman ao meio com apenas um golpe, não tem pontos fracos. Mas Blade não consegue ficar muitas horas sem o seu soro anti-vampírico, o que dificultaria a sua vida em um embate mais estratégico e demorado.

Descrição: Até Eclipse Mortal, Riddick era um criminoso-mercenário-assassino-foragido perigosíssimo. Mas humano. Em A Batalha de Riddick a humanidade foi pro saco e ele passou a ser um furyan. Seja lá que raça for essa, pode-se dizer que sua índole é bem humana: Riddick não hesita em trucidar quem se colocar em seu caminho - mesmo que seja uma legião de aliens carnívoros.

Poderes: Inicialmente, ele tinha a força e a destreza padrão de heróis de filmes de ação americano (acima da média humana, claro), mas em uma rápida cena de A Batalha de Riddick, ele se denuncia: ao ser lançado de costas contra uma parede, ele amassa a coluna metálica que a sustenta. Se fosse um humano comum, ele ficaria, no mínimo, paraplégico. Além dessa super-resistência, Riddick pula como um canguru chapado de ecstasy, e com apenas uma braçada, lança para longe soldados trajando pesadas armaduras. Deve ser a tal da energia furyan. Especialista no manuseio de facas, Riddick foi "punido" com uma visão noturna pra lá de providencial. E é também um excelente estrategista de guerra.

Pontos fracos: Riddick não é invulnerável, nem tem fator de cura. Ficou inconsciente no segundo filme após receber uma rajada de energia. Quase morreu ao enfrentar um inimigo bem mais rápido que ele. Apesar de ser um guerreiro nato, Riddick é apenas um quase-sobre-humano.


Como o diretor ideal para administrar essa treta do além-cosmo: William Friedkin. Arrisco ele como alternativa a diretores tailandeses e chineses, ou diretores de CGI à Wachowski Brothers. Em Caçado (The Hunted, 2003), Friedkin colocou Tommy Lee Jones e Benicio Del Toro para se destroçarem numa selva. Em nenhum momento ele "interferiu" na luta (câmera tremendo, trilha barulhenta, personagens digitais), e esbanjou carnificina e sangue à vontade. O melhor de tudo é que as lutas foram muito bem tramadas e sem soar caricatas. Entre Riddick e Blade o que não iria faltar é sanguinolência, então nada melhor do que uma câmera discreta e bem descritiva. Sem contar a classe habitual do veterano diretor de Operação França e O Exorcista.


DELISHA AMERICANA


Elisha Cuthbert mora no meu coração desde que eu comecei a acompanhar a eletrizante série 24 Hs. Sei lá, ao mesmo tempo que ela segue a linha Carol norte-americana (mas sem chegar à patricice de Lindsay Lohan), ela também tem um elemento soft/sex-introspectivo. Do tipo que fala mais com os olhos do que com a boca, o que me obriga a olhar para os dois incansavelmente. Pra mim, isso equivale em atração com um inseto rodeando uma lâmpada à noite. Isso sem falar na bundinha linda que ela tem. Com um pouco de sorte, Elisha pode pegar a coroa teen que Mena Suvari perdeu assim que subiram os créditos de Beleza Americana. Show de Vizinha (The Girl Next Door, 2004) é o seu primeiro papel de destaque após o sucesso como Kim Bauer, de 24 Hs. E também um legítimo "filme-que-eu-só-assisti-por-causa-dela".

Matt Kidman (Emile Hirsch... peraí, Emile?!) é um guri cdf que está se graduando no colegial, tentando arranjar uma bolsa pra faculdade e de saco cheio com sua rotina certinha e tediosa repleta de aspirações à uma vaga na Casa Branca. Os taradões Eli (Chris Marquette) e Klitz (Paul Dano) são seus fiéis escudeiros. Daí que pinta Danielle (Delisha) na jogada. Ela é a insinuante vizinha que acaba de se mudar. Como em filme tudo que é impossível na vida real acontece, Danielle praticamente cai de pára-quedas no colo de Matt. Os dois se apaixonam, mas ele descobre que ela é uma ex-atriz pornô querendo recomeçar a vida (por que isso não acontece comigo... por que isso não acontece comigo...). Com isso, vem toda aquela previsível confusão à tira-colo: o produtor-cafetão Kelly (Timothy Olyphant... ainda no mesmo papel) e seu rival Hugo Posh (James Remar) disputando o concorrido passe da porn star.



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Queria aproveitar esse espaço e mandar um beijo muito especial para Traci Lords...



Traci, nós te amamos!

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Aham... Então deixa eu repetir o que já foi dito à exaustão por aí: Negócio Arriscado foi um filmão. Talvez tenha sido o filme que tirou Tom Cruise da vala brat-pack dos 80's (Andrew McCarthy, Judd Nelson, Robbie Lowe, Molly Ringwald... ninguém se salvou). E Show de Vizinha tenta esterilmente reeditar o mesmo enredo, mas sem nenhum resquício daquele charme sexy sugestivo, quase porn-soft, idilicamente falando (em grande parte, por causa da presença angelical de Rebbeca DeMornay). Mesmo levando à sombra de um julgamento menos exigente e mais escapista, Show de Vizinha resvala para a concepção de um filme produzido pela MTV em uma versão light tentando em vão ser heavy (nota: gosto das produções da MTV. Joe e as Baratas, Eleição, Orange County - Correndo Atrás do Diploma... são ótimos filmes). Até mesmo a montagem velocista típica de um videoclip ficou equivocada dentro de sua proposta. Os cortes são tão nonsense que prejudicam o tempo da narrativa, e um recurso em particular foi muito mal utilizado: existem tantas seqüências imaginárias de Matt, que toda hora você pensa que nada daquilo está acontecendo e que ele está sonhando de novo, pela enésima vez. Assista o filme e tente não ficar puto com isso. Dá vontade até de quebrar o DVD.

Show de Vizinha começa pendendo para a comédia adolescente, emenda para uma semi-comédia romântica, volta pra comédia adolescente, o tempo fecha em uma esquisita arapuca policial, arrisca um improvável "a verdade sobre o submundo da indústria pornográfica", e volta pra comédia pastelão, digo, adolescente, coroada com uma fraquíssima conclusão com um discurso mal colocado, mal escrito e... enfim, mal tudo. Apesar disso, sabe que eu senti uma certa espinha dorsal permeando boa parte do filme? Poderia ter dado certo, numa espécie de aventura multi-facetada e insólita, mas a quantidade gigantesca de erros não permitiu. A coisa precisaria ser mais ousada, mais inventiva, mais independente, longe da bunda-molice que se instaurou no cinemão americano de uns 10 anos pra cá. E nem estou me referindo à (pouca) quantidade de mulher pelada no filme.

No saldo final, alguns motivos fazem valer uma sessão de Show de Vizinha. Se você é interessado em técnicas de direção e montagem, vale conferir o trabalho de Mark Livolsi e do diretor Luke Greenfield, que tentaram mostrar tudo o que sabiam (quase sempre de forma errada) em 1 hora e 49 minutos de filme. É ótimo aprender com os erros dos outros.

Outro (boooom) motivo é a Presença de Elisha. Com certeza, esse foi o cascalho mais fácil que ela já ganhou na vida, pois ela não faz absolutamente nada durante o filme inteiro. Ela só enfeita as cenas com sua cútis privilegiada, e já está mais do que bom.

Por último, a trilha sonora. Rapaz, quase que só rola coisa boa aqui. Take a Picture, do Filter, Dopes to Infinity, do Monster Magnet, Sweet Home Alabama, do Lynyrd Skynyrd, Angeles, de Elliott Smith, Under Pressure, do Queen, Lucky Man, do The Verve, What's Going On?, de Marvin Gaye, Hootie Coochie Man, de Muddy Waters, Baba O'Riley, do The Who...

Mas é uma pena que agora o Echo e sua The Killing Moon viraram figurinha fácil nessas produções pretensiosamente descoladas. Show de Vizinha está muito, muito longe de ser Donnie Darko, que é o verdadeiro lugar desse clássico.


dogg, que hoje vai assistir 24 hs só pra rever a Delisha... :D

quarta-feira, 21 de abril de 2004

OS PRIMOS POBRES DO HOMEM-ARANHA



Fechando aquele papo que comecei no blog antigo (o último post antes daquele ablogalipse empreendido pelo Blogger Brasil), parece que já temos aí o resultado de duas das produções que comentei na ocasião - Hellboy e O Justiceiro. Confesso que daquela vez eu estava bem otimista com relação ao Hellboy, mas no caso do Justiceiro foi aquilo mesmo. Após uma visita ao Rotten Tomatoes (o principal termômetro da crítica cinematográfica norte-americana), acho que já dá pra tirar algumas conclusões.


Tomara que ele tenha acertado pelo menos esse alvo

A segunda chance do Justiceiro no Cinema foi recebida à pauladas pela crítica e não é pra menos. Pelos trailers já dava para enxergar uma certa estrutura padronizada de filme de ação, já bastante exaurida no cinemão americano. A maioria das pessoas com certeza não conhecem a caveira-símbolo do Frank Castle tanto quanto o “D” duplo do Demolidor, por exemplo. Pra quem vai ao cinema simplesmente atrás de um história original, deve ter sido decepcionante. E não adianta nem inserirem personagens cool, como o Russo, pois poucos conhecem a fundo a mitologia do (anti) herói. Colocar o diretor estreante Jonathan Hensleigh pra comandar a coisa toda também não ajuda. Isso é coisa pra um Robert Rodriguez ou um John Woo da vida... Resultado: o filme não pagou seu custo de produção e marketing, e está literalmente despencando nas bilheterias. A não ser que ele faça uma estréia mundial arrasadora, já era uma continuação com o Castle...

Por incrível que pareça, o Justiceiro ainda tem mais algumas sobrevidas. As ex-subestimadas vendas de DVD ao redor do planeta já livraram do anonimato certo vários candidatos à franquia cinematográfica (vide Hulk). Seja como for, O Justiceiro ainda vai demorar pra vingar (trocadilho infame), pois só a estréia no Brasil é 17 de setembro!

Reviews do Justiceiro publicados no Rotten Tomatoes



”Críticos? Prefiro a minha parte em dinheiro”

Na meia-contramão, temos a aguardada estréia de Hellboy, que não fez tanto barulho nas bilheterias, mas pode ser considerado um sucesso de crítica. Segundo o RT, 77% dela aprovou a produção. Isso é uma grande vitória, considerando que “filmes de super-herói” são, em sua maioria, mal-vistos pelos respeitáveis especialistas da 7ª Arte. Uma pena que o público foi bastante tímido, o que impediu a produção de se pagar logo. Mas faltou isso aqui pra chegar lá. De qualquer forma, ainda faltam várias estréias pelo mundo afora, o que deve garantir o retorno de bilheteria.

Aqui no Brasil, só vamos conferir o resultado do trabalho de Guillermo del Toro no longínqüo 30 de julho.

Reviews do Hellboy publicados no Rotten Tomatoes

O que nos resta agora é conferir a carreira dos outros candidatos a blockbuster pré-verão americano...



DESTRINCHANDO TRAILERS
(de novo)


TRÓIA


Ainda na onda de filmes épicos (Senhor dos Anéis, Gladiador e o vindouro Alexandre, O Grande) temos aí Tróia, candidato a detonar nas bilheterias. É sobre a lendária guerra entre gregos e troianos, em que uma disputa política teve como pretexto o rapto de Helena por Páris, o príncipe de Tróia. Essa produção da Warner é gigantesca em todos os sentidos. O diretor e produtor é Wolfgang Petersen e o elenco é estelar. Têm Orlando Bloom (como Páris), Brad Pitt (Aquiles), Eric Bana (o Bruce Banner de Hulk, aqui como Heitor), Peter O'Toole (Príamo) e Brian Cox (o cel. Stryker de , como Agamenon).

Pelas prévias divulgadas, o clima é de pancadaria old style, com uma história de amor e sacrifício por trás. Parece tudo muito bem coordenado (profissional é outra coisa) e as cenas grandiosas estão eletrizantes. O único fator preocupante mesmo é a presença do californian boy Pitt, que aqui parece mais galã do que aqueles ótimos sociopatas que ele costuma fazer.


Estilo "samurai-deixando-o-inimigo-agonizante-para-trás"


Indo pra guerra, dessa vez sem raios gama


Nós vamos invadir a sua praia...


Desembarque grego na Normandi... digo, em Tróia


Meio HQ essa cena aí...


Quem disse que agradar a gregos e troianos é fácil?

Curiosamente, algumas seqüências do último trailer (como essa última aí de cima) lembram bastante cenas da clássica HQ Os 300 de Esparta, de Frank Miller. Acho que os produtores de Hollywood já devem ter aposentado aqueles story-boards há muito tempo. É só passar na banquinha de revista mais próxima...


Tróia com um pé nos 300 de Esparta



O DIA DEPOIS DE AMANHÃ


Nova incursão do diretor Roland Emmerich (de Independence Day) no gênero ficção/aventura, dessa vez sem a costumeira parceria de Dean Devlin na produção. Emmerich é um diretor de altas apostas. Elogiado por Spielberg na época do ótimo (apesar da patriotada) ID-4, ele também foi responsável por Godzilla, que só tinha tamanho mesmo. Desta feita, o grande vilão é o desequilíbrio climático da Terra causado por décadas de superaquecimento global. New York que se cuide. Se fosse filme japonês o coitado seria Tokyo. E tomem tornados gigantescos em plena Time Square, tsunamis afogando a Estátua da Liberdade, terremotos apocalípticos e Manhattan se transformando na filial da Antártida. No elenco, o redivivo Dennis Quaid (no papel do "professor" da vez) e a demorada promessa Jake Gyllenhaal (do excelente Donnie Darko, aqui como o filho do "professor").

Após assistir o trailer: o filme é um mix de todos os filmes-catástrofe que envolvem a Natureza. Aqui têm elementos de Twister e Terremoto, passando por Limite Vertical até Impacto Profundo e O Destino do Poseidon. Com o diferencial dos efeitos ultramodernos é claro. Separem a grana da pipoca.


Tornado arrasando o letreiro de Hollywood - seria muita sorte


A Dama da Liberdade pegando jacarezinho


Pulando a 43 com a 44 da Time Square


Tornados muito nervosos em New York


Manhattan parecendo Brasil em dia de chuva grossa


Um puta ondão e só dá ráuli na área...

E pra confirmar que a grana aqui não foi pouca, a estréia será mundial: 28 de maio. Eu queria só 1% disso, que já tava bom. :)



A BATALHA DE RIDDICK


Vin Diesel, o ex-sr. "não-faço-continuações", estrela aqui a... aham, continuação de Eclipse Mortal, surpresa "B" de 2000, também dirigida e roteirizada pelo competente David Twohy. De famosos no elenco, temos a maravilhosa Judi Dench (o quê diabos ela faz aqui?), o rapper/dublê de ator Ja Rule e Thandie Newton, de Missão: Impossível 2.

Esse filme primeiramente foi tido como um prequel do anterior, mas pelo que parece, mudaram de idéia. O anti-herói Riddick agora é fugitivo (no anterior ele era prisioneiro de uma confederação de planetas qualquer), e se vê obrigado a enfrentar um vilão que quer escravizar toda a humanidade. Eeei, acorda aê! O filme anterior também não prometia!

Pelos trailers divulgados, não tem quase nada (ou nada) de alienígenas, que apareceram bem no filme anterior. Vin Diesel ainda é O Cara dos filmes de ação atuais, a produção está bem melhor, o clima continua sombrio e apocalíptico, com um bom jogo de sombras, e têm efeitos simples e bem interessantes, como um "fantasma" transparente, bem ao estilo Kittie Pryde e Visão. Separei poucos screens desse, pois há muitas cenas que "não funcionam" de forma isolada.


A 1ª aparição d'O Cara...


Parece a Lara Croft...


...mas né não...


Riddick com as faquinhas rasgando alguém


Os olhos sinistraços ainda estão lá...

E no trailer ainda aparece um monumento gigantesco, que lembra vagamente uma esfinge egípcia em pé. O curioso é que uma representação bem parecida também aparece no clip da música In The End, da banda Linkin Park.


A Batalha de Riddick estréia por aqui no dia 23 de julho, quase um mês após a estréia norte-americana. Não promete ser um blockbuster, mas tem cara que vai fazer uma boa carreira nas bilheterias.



VAN HELSING - CAÇADOR DE MONSTROS
(mais um pouco...)


Nos derradeiros dias do BZ lá no Blogger Brasil, eu comentei ad nauseum sobre essa produção. Falei do Hugh Jackman, da tendência "terrir" do diretor Stephen Sommers (da série A Múmia) e, principalmente, do plágio visual descarado em cima do personagem Solomon Kane, criado pelo escritor Robert E. Howard e presença esporádica nas páginas das HQs do Conan (também cria dele).

Reassisti a esse trailer recentemente, durante a sessão de A Paixão de Cristo, e conferi uma reação bem interessada do povo que lá estava. Os sustos, a princípio óbvios, parecem funcionar melhor na tela grande. A maior prova disso é a última seqüência do trailer, naquela hora que Helsing e Anna (a deliciosa Kate Beckinsale) olham pra dentro do poço. O susto é previsível, mas totalmente funcional... Por quê nós somos assim? :D


É isso aí que sai do poço...


Helsing e um Mr. Hyde sem um braço


Vampirinha dando uns rasantes

Van Helsing já está na boca do forno, com estréia mundial prevista para 7 de maio. Pode ser arrasador (65%) ou uma bomba daquelas (35%).

Todos esses trailers estão disponíveis para download bem aqui, em formato Quicktime. No próximo post, uma olhada mais "de perto" no último trailer de Homem-Aranha 2...

Post ao som de A Garage Dayz Nite, do Beatallica

Fui!!