Em algum ponto de 1980, o jovem John Carpenter começava a esboçar – a contragosto – o roteiro da aguardada sequência do clássico Halloween. Em sua companhia, apenas sua máquina de escrever, vários packs de cerveja e um persistente bloqueio criativo.
Cenário improvável para um comercial da Budweiser, mas o suficiente para a agência paulista Africa reproduzir a atmosfera opressora e angustiante daqueles dias.
Sensacional.
E agora quero uma cinebio completa do João Carpinteiro... tsc.