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segunda-feira, 16 de abril de 2007

A INSUSTENTÁVEL LEVEZA DO HULK


Parece que a notícia do dia nos meios pop quadrinhísticos (quiçá cinematográficos!) foi Edward Norton embebido em radiação gama para o próximo filme do Hulk. Norton é um dos melhores atores de sua geração e sua presença neste projeto com certeza muda, e muito, a percepção geral sobre o que virá a ser o filme. O primeiro longa foi bastante criticado, principalmente pela intensa carga dramática conferida pelo diretor Ang Lee (não inesperadamente: ele cansou de repetir que faria uma "tragédia grega", nestas palavras) - do lado de cá, acredito que este primeiro momento foi absolutamente necessário antes de qualquer outra coisa.

Mas a história se repete - se antes a novidade insólita foi a toda-boa Jennifer Connelly, agora é a vez de Norton garantir uma atuação de alto nível e, porque não, ser um baita chamariz de público (principalmente após a moralzinha mais popularesca adquirida via O Ilusionista). Tomara que não seja pedir demais que La Connelly retorne ao cast, juntamente com o grande Sam Elliot. Eu até ajudo a pagar.

Se alguém tem experiência em dupla personalidade é Ed Norton. A primeira vez que vi o sujeito foi em As Duas Faces de um Crime, com Richard Gere estrelando. O thriller era meia-boca toda vida até seus dez minutos finais, quando é revelada a presença de um monstro gigante em cena. Quem assistiu o filme na época saiu atropelado. Na ocasião, Norton saiu recolhendo indicações - Oscar incluso - e prêmios a rodo (conta quantas vezes aparece o nome dele aqui). Já em Clube da Luta, seu alter-ego, o paranoid Tyler Durden, era uma força anti-sistema de caráter (auto-)destrutivo. E o Hulk não é nada mais que uma simbologia grotesca e per se deste mesmo conceito.

A verdade é que daí pode sair qualquer coisa (até mesmo o primeiro nuke da filmografia de Norton), mas ao menos há uma certeza: Bruce Banner nunca esteve tão próximo de seu sociopata interior.


No final de 2005, "todo mundo" foi aterrorizado pela imagem acima. Até então, só sabíamos que uma das tretas mais clássicas dos quadrinhos - Wolverine contra Hulk, gafanhoto! - ganharia sua versão no Universo Ultimate, onde tudo vale, tudo é permitido, de golpe abaixo da linha da cintura a dedada no olho. Mas ninguém estava preparado pra isto, for Christ's sake. Viajando pela web como parte de um preview da história, a força dessa imagem foi um trampo marketeiro de primeira linha. E reflete à perfeição o que é a Marvel Comics sob a gerência de Joe Quesada, para o bem ou para o mal. O fato é que a mesma foi o papel de parede de todos os computadores que usei na época. Já vinha em resolução 1024x768 mesmo. Fui fisgado legal, admito.

Aí saiu a primeira edição. A primeira de uma minissérie de seis. Fevereiro de 2006. Escrita por Damon Lindelof, co-criador e roteirista de Lost, e desenhada pelo excelente Leinil Francis Yu, de Superman: O Legado das Estrelas. Nada mal, hein. No mês seguinte (março, pra constar), houve um apagão e nada da revista. Tá, era bimestral. Beleza. Em tempos de Evil That Men Do, Daredevil: Father e Ultimates 2, a paciência virou a maior das virtudes. Em abril, ueba, lá estava a HQ seguindo seu curso na 2ª edição.

E foi a última vez que a vi.

Atualmente, Ultimate Wolverine vs. Hulk jaz em alguma geleira próxima daquela em que o Capitão América foi resgatado. Ou em algum ponto obscuro da ilha de Lost, onde nem os Outros se atreveriam a chegar. A história do atraso desta 3ª edição virou lenda urbana nos meios editoriais. Primeiro, ela foi re-solicitada para maio. Após, teve lançamento oficial agendado pra 12 de julho e nada aconteceu. Re-solicitada novamente para 9 de agosto, e na seqüência para 20 de setembro, 25 de outubro e, mais uma vez sem sucesso, para 27 de dezembro. Por fim, foi anunciado seu cancelamento provisório até que todas as edições restantes estejam completadas.

Eu nem ligaria se fosse, p.ex., o Aranha Ultimate de Bendis/Bagley. Mas o que acontece aqui é justamente o contrário. Ultimate Wolverine vs. Hulk estava se encaminhando pra ser uma das coisas mais divertidas publicadas nesta década. As duas únicas edições são um tour-de-force irresistível de humor negro e boas sacadas.


A premissa é aquela mesma juramentada e sacramentada pelo universo normal dos personagens - a SHIELD quer a cabeça do Hulk numa bandeja e vê em Wolverine a saída mais prática pra resolver a parada. A seqüência insanamente gore do Wolvie sendo partido igual Doritos vem logo nas primeiras páginas, já entregando a disposição monstruosa de Lindelof/Francis Yu. Depois disso, corta pra alguns dias antes, quando Nick Fury tenta convencer Wolverine... pensando bem, "convencer" não foi bem o caso.

Fury: "Você fará, Logan?"
Wolvie: "Yeah. Eu farei."
Fury: "Eu não tenho de ameaçar você? Te dar uma moto multi-milionária? Te oferecer um pedaço do seu passado misterioso?"
Wolvie: "Você disse que ele é durão. Vai ser divertido."

Nesse interím, o Hulk/Banner (que saiu vivo da execução termonuclear vista em The Ultimates 2 #03), fez uma excursão literalmente devastadora por vários países da Europa e acabou desembocando no Tibet atrás de paz interior. Como sabemos, o Hulk Ultimate é cruel até a medula óssea e seus acessos de fúria não perdoam ninguém. Só mesmo alguém da linhagem sagrada do Dalai Lama poderia ajudá-lo... no caso, este seria o Panchen Lama e é aí que eu paro porque a cena é hilária e não dá pra revelar mais.

No frigir dos ovos, a última coisa que nos resta é a esperança. Miremos no exemplo da lendária 13ª edição de Ultimates 2 que está aí, na boca do caixa, com shots descaralhantes de páginas óctuplas aquecendo a chama que existe em nossos corações. Raspas e restos me interessam. Não tenho dignidade, pois sou fã de HQs. E como Leinil Francis Yu não é de dar satisfações, vou de Ed McGuiness mesmo.




Na edição #50 de Wolverine, McGuinness e o irregularzão Jeph Loeb mandam um 'curta-metragem' bastante divertido, onde Wolverine relembra detalhes aparentemente não divulgados de seu primeiro encontro com o Hulk, logo na estréia do baixinho canadense.

A referência é clara e evidente. Leinil & Lindelof (parece dupla sertaneja) até constam nos agradecimentos, mas o modo como a história termina é particularmente sugestivo. Só espero que não seja uma alusão ao destino da mini.


Pelo menos, terei alguma distração durante a espera. Como a "batalha do século", por exemplo.



...que por acaso é revanche. Hulk já perdeu uma vez pro Raio Negro. Quero ver agora, no jogo de volta.




Se o novo confronto for tão sóbrio quanto este...


Edward Norton em Hulk 2... surreal.

quinta-feira, 17 de junho de 2004

"HULK É MAIS FORTE QUE TODOS!!"

(Hulk)


É vero. O Hulk é o mais forte sim. Aliás uma das poucas coerências da famigerada mini Marvel vs DC foi a luta dele com o Clark. Ali, ele estava inteligente (e por conseqüência, mais fraco) e perdeu, mas ainda assim deu uma bela canseira no matuto de Krypton. Créditos para Ron Marz e Peter David, que souberam driblar a falta de senso crítico dos fanboys que votaram no Super. Luta de verdade entre os dois seria se fosse com aquele Hulk irracional, totalmente bestial, da memorável fase John Byrne. Sozinho, ele deu um pau no Homem de Ferro, Magnum, Namor e Hércules juntos. Nunca a sentença ”Hulk esmaga” soou tão ameaçadora quanto naquela época.

Sempre vi o momento da criação do Hulk como um milagre acidental. “Milagre”, por ter sido um acontecimento aparentemente impossível, e “acidental”, pela baixíssima probabilidade daquilo acontecer.

Bruce Banner não foi torrado pela onda de calor, nem foi lançado para longe pela onda de choque da explosão gama. Como nada foi planejado, o improvável deu o tom necessário para justificar a força da natureza que é o Hulk.

Mesmo porque, houveram N tentativas de reproduzir o fenônemo em laboratório. Abominável, Líder, Dr. Samson, Ravage, Sasquatch, entre outros, apesar de poderosos, não são bem experiências bem-sucedidas. Nenhum deles se compara ao Hulk porque - dando seqüência à analogia - nada é tão bem-sucedido quanto um acidente.

Aliás, o meu “código de honra samurai-fanboy” reza que superseres só podem ter ênfase em apenas um tipo de poder específico. Ninguém pode ser superforte, super-rápido, lançar raios, etc, tudo ao mesmo tempo. Caso isso aconteça, a onipotência do referido fica comprometida. Portanto, nenhum superser tira nota 10 em todos os poderes. Exceção seja feita no caso do Clark, que é a personificação do inatingível, da perfeição absoluta (e isso é um papo que rende desde Nietzsche).

Então, seguindo a “lógica”, o Hulk se encontra em primeiro lugar na área da força física. Ele não é o mais rápido, não é o mais inteligente e nem dispara raios. Nem falar direito ele sabe. Ele é pura força bruta, e só.


...e ainda aumenta à medida que vai ficando nervoso...! De todos os personagens Marvel (tá, entre os X-Men, Vingadores e alguns outros), só ele conseguiu destruir a forma física de Massacre - que detonou até o Fanático, com um único golpe.


Hulk smash Onslaught!! Clica aê!!

Alguns de seus adversários “quase chegam lá”, como é o caso do Thor. O Gigante Esmeralda soma várias vitórias em cima do asgardiano e apenas alguns poucos empates, sabem por quê? Porque o Thor lança raios, controla o tempo e tem conhecimento básico sobre as propriedades místicas do Mjolnir, o que minimiza a predominância do seu nível de força. Aliás, não deixa de ser uma relação conflituosa essa dos dois, visto que, juntos, eles também fundaram os Vingadores.

Já o Coisa, é quase a mesma... coisa. O samurai-fanboy diz que, quanto maior a proporção do acontecimento que origina o superser, mais poderoso ele será (vide a origem do Galactus, que foi no próprio Big Bang). Então, apesar do Coisa também ser pura força, os raios cósmicos que lhe deram esse poder com certeza não tiveram a magnitude da explosão nuclear que criou o Hulk. Mas o velho Ben soma vários pontos no seu cartel. Ainda que nunca tenha vencido o Gigante Verde, talvez seja o único que manteve uma certa equiparação em lutas contra ele. Um negócio meio assim, Ali versus Foreman, só que sem as vitórias, como ele mesmo disse, certa vez.

Enfim, todos os que enfrentaram o Hulk, na verdade, sobreviveram à ele.


O que me leva à um outro item do manual samurai-fanboy: às vezes, o rato pode dar um ippon no elefante. Nas dezenas de vezes em que Wolverine encarou o Hulk, sempre ficou evidente que ele empreendeu um verdadeiro exercício para não ser morto. Mais ou menos como se ele ficasse desviando das pedras de uma avalanche.

Nem mesmo vantagens como o fator de cura e o adamantium podem ser levadas à sério numa luta dessas. Por várias vezes, Logan se enrolou quando o Hulk, sei lá, abriu o seu tórax ou arrancou nacos de carne das suas costas, sobrecarregando sua cicatrização acelerada. O adamantium serve apenas pra evitar um esmagamento total (se bem que o Monstro Verde já amassou o dito cujo, certa vez).

Ok, as garras são sempre mortais, ainda mais com a velocidade e as habilidades de luta do canadense. Mas eu me lembro que, em Futuro Imperfeito, o Maestro (o próprio Hulk, já velho), falou que o escudo do Capitão América (que é de adamantium) seria letal se ele tivesse força suficiente para lançá-lo. Daí, a mesma lógica poderia ocorrer com o Logan. Por outro lado, o escudo não é tão afiado quanto as garras... Tudo bem, descontem isso do fato que é só o Hulk bater no chão para o cérebro do mutante virar suco dentro daquele crânio de adamantium. :D

Em tempo: Wolverine já matou o Hulk, num elseworld bem legal (daqueles antigos "o que aconteceria se...?"). Foi em uma versão alternativa da estréia do baixinho. Após aquela derradeira luta contra o selvagem Wendigo, Wolvie resolve cravar as garras no pescoço do Hulk, dessa vez com sucesso.

É interessante notar que os dois personagens sempre formaram um paralelo no tocante à natureza selvagem do homem. Só o fato da 1º história do mutante se passar em uma aventura do Hulk já é uma bela coincidência.

Aliás, esse lance de "Wolvie vs Hulk" sempre rendeu grandes imagens. Uma das melhores que eu já vi é essa aí embaixo. Não sei quem desenhou, mas essa imagem é muito foda!



Clica em cima pra aumentar




O QUINTO CAVALEIRO DO APOCALIPSE


”É nosso melhor álbum desde Psalm 69”, segundo Al Jourgensen, alter-ego da entidade Ministry. E realmente. O novo disco, Houses Of The Molé (que nome esquisito), lembra aqueles lapsos de tempo relatados por quem sofreu uma abdução. Ele ignora solenemente (e sonoramente) tudo o que a banda produziu desde o estourado Psalm 69, de 92 - pra quem não se lembra (ou não sabe), esse disco foi o ápice do rock industrial “de macho”, hoje bastante boiolizado por bandas como Limp Bizkit, Korn e Linkin Park.

O comentário do Al sobre a conexão com o Psalm 69 confere perfeitamente. Logo de cara, a faixa No “W” nos apresenta o irmão mais hardcore do clássico N.W.O. (além de contar com o melhor empréstimo de Carmina Burana que eu já ouvi!). Na seqüência, Waiting dá um novo sentido ao termo “bate-estaca”, com aquelas guitarras canibais à Thieves, outro clássico das antigas - aliás, só outro dia fui reparar que o cara que grita no final dessa música é o ensandecido Sargento Hartman, de Nascido Para Matar!

O resto eu ouvi muito por alto, mas dá pra dizer que o Ministry voltou a ser aquela banda que costumavam chamar de “A Trilha Sonora do Fim do Mundo”. A veia está bem mais ríspida de fato. Se tirarem os guinchos infernais e os gritos distorcidos (nããooo), o que sobra é uma puta banda de thrash metal. A mesma sensação que Psalm 69 conferia.

Sinal dos tempos: eu não comprei o disco. O VH1 liberou todas as faixas para download na terça-feira última, e eu só fiquei sabendo na madrugada de quarta (novidade). Depois disso, só pelo odioso streaming (quem inventou essa merda?). Mas vale à pena conferir o preview, que é excelente, mesmo nesse formato (o cara que inventou essa merda deveria ser guilhotinado junto com o cara que inventou o Real Player).

O lançamento oficial de Houses Of The Molé será no próximo dia 22. Atenção, preparar compartilhadores! (parece frase de filme de ficção-científica)

terça-feira, 23 de março de 2004

SUPERMAN: BIRTHRIGHT

O novo/velho Superman (de novo...)


Dando uma passada pelo Newsarama, me deparei com uma rebarba de notícia que eu nem lembrava mais. Era a respeito de um novo projeto envolvendo o Clark, que estava sendo guardado a 777 chaves pela DC. O nome era Birthright, e se tratava de uma saga que seria levada à cabo pelo roteirista Mark Waid. Na época até lembro que pensei: "putz, vão matar o pobre Super de novo". Ledo engano, mas se o projeto não se revelou outro atraso na vida do Clark, também passa longe de ser um adianto.

A DC revelou que trata-se de uma reformulação na origem do homem de aço. Mais uma. Já teve aquela do John Byrne, em que mudaram uns 3 centímetros pra direita e uns 2 pra esquerda na trajetória do Super. Teve um upgrade ao contrário em Crise nas Infinitas Terras, aonde o Clark aprendeu a rasgar o uniforme e a jorrar sangue ao menor peteleco. A última modificação foi na ocasião de sua "morte", na luta contra o Apocalypse. A partir dali, o Clark parou de vez com esse negócio de Super até o último fio de cabelo. A superforça ainda está lá, mas a supervelocidade e invulnerabilidade já não são mais lá essas coisas. É até irônico quando eu lembro de uma história em que ele usava o seu "famoso" superventriloquismo (sério!), para se comunicar com uma pessoa que estava do outro lado do mundo.


Mas por quê eu não gostei da notícia? O lance é que já fizeram isso há um tempo atrás (1986!), e apesar do bom trampo do John Byrne (na minha opinião), a qualidade não se manteve na seqüência. Então, de quê adianta? Se bem que estou enxergando mais do que se mostra a princípio. Palavras de Mark Waid: "Imagine as revistas do Super-Homem começando hoje, e se você pudesse acompanhar tudo desde o início, lendo a primeira aventura do Homem de Aço reinventada para refletir o mundo e a sensibilidade de hoje. Para ser relevante com suas experiências e sua vida, e mostrar o quanto é difícil ser um 'herói' no século 21". Smells like Ultimate spirit... Por quê então a DC não faz logo uma versão Ultimate (com outras palavras, claro) do Super? Talvez porque J. Michael Straczynski e seu Poder Supremo já tenham tomado a dianteira nesse lance de Superman do século 21... Sendo assim, o que é que sobra nessa enésima origem recontada do Clark?

Ponto a favor: O Super andava bem capenga mesmo... sempre odiei aquele lance de Kandor (a cidade engarrafada), Superboy clone, Krypto (apesar de gostar de cachorro), Erradicador e a volta da Kara Zor-El (a Linda Danvers eu até livro a cara, ela é gostosíssima).

Mas o quê diabos a origem do Super tem a ver com essa bagunça? O melhor é arrumar a parada do ponto de onde está. Chamem o esperto Azzarello, o filho pródigo dos quadrinhos Warren Ellis, ou mesmo o Mark Millar, que sempre implorou para trabalhar no Super. Recontar tudo de novo não, por favor...

Sem contar que, com essa "nova" origem, eu ainda corro o risco de não ver mais cenas como essa aí embaixo.


Já pensou... um Super sem o elemento escoteiro?



E ENTRE OS ESCOMBROS...

Como os meus amigos do coração lá do Blogger Brasil bloquearam tudo o que eu tinha (e que já deletei, no entanto), acabei perdendo uma porrada de links e informações que eu havia armazenado no rascunho do blog. A minha memória é ótima, mas só armazena uns 5 GB de bobagem. Devia ter mais que isso lá, pois lembro de poucas coisas (sei que eram ótimas... "coisas"). Mas, eis que numa formatação de rotina, descubro em um backup empoeirado os links de 4 revistas que publiquei. Todas já estão no DC++ e, dizem, no e-Donkey também (aêêê). Também já foram publicadas no sumido Newscans (por onde andam?). Pra quem não tem os programas ou não chegou a pegar lá na casa antiga do BZ, é mandar ver...

Links semi-capengas (às vezes ficam bloqueados por uma hora, pois a taxa de transferência é limitadíssima) e naquele esquema copy/paste em uma janela nova. Se tudo ainda estiver certo, claro...


Aliens vs Predador vs Exterminador do Futuro

Aventura futurista reunindo os 3 ícones da ficção-científica. Surpreendentemente bem roteirizado (por Mark Schultz) e desenhado de forma competente (por Mel Rubi), a trama enfoca um futuro pós-Guerra contra as Máquinas, do universo do Terminator. Um exterminador sobrevive e, disfarçado, tenta criar um híbrido de Alien com exterminador. Para tentar impedir, Annalee Call e Ellen Ripley. E no meio da confusão, surgem os Predadores, com seus próprios - e misteriosos - objetivos. Raro crossover acima da média, em se tratando desses personagens.

Parte um (7,92 MB):
http://geocities.yahoo.com.br/doggma8888/avpve1-2.zip
http://geocities.yahoo.com.br/doggma8888/avpve2-2.zip

Parte dois (6,59 MB):
http://geocities.yahoo.com.br/doggma3333/alvprvex1-2.zip
http://geocities.yahoo.com.br/doggma3333/alvprvex2-2.zip

ou esses - -

http://geocities.yahoo.com.br/doggma9999/alvprvex1-2.zip
http://geocities.yahoo.com.br/doggma9999/alvprvex2-2.zip


Superman versus Darkseid: Apokolips Now!

Edição especial de 2003 do kryptoniano, ainda não lançada por aqui (não que eu saiba). Finalmente um mano a mano direto e sem firulas entre o Clark e o soturno Darkseid. Para salvar a vida de seu amigo John Henry Irons (o Aço), que está preso em Apokolips, o Super desafia o Dark para um quebra, só os dois. Quem ganhar, leva. Participação de Krypton inteira praticamente: Superboy, Erradicador, Krypto (!), Kara Zor-El e a deliciosa Linda Danvers, a nova Supergirl. Ah, rola um Apocalypse de "leve" também.

PS: Atualmente, estou bem melhor no que diz respeito à diagramação... :P


Parte um:
http://geocities.yahoo.com.br/doggma5555/ApokolipsNow01.zip
ou
http://geocities.yahoo.com.br/doggma2222/ApokolipsNow01.zip

Parte dois:
http://geocities.yahoo.com.br/doggma5555/ApokolipsNow02.zip
ou
http://geocities.yahoo.com.br/doggma2222/ApokolipsNow02.zip


Marvel Apresenta: Hulk - O Último Titã

Melancólica visão de Dale Keown e Peter David para o futuro do gigante esmeralda. Vivendo em uma Terra pós-holocausto nuclear e totalmente só, o Hulk/Bruce continua lutando contra o seu maior inimigo - ele mesmo. Destaque para as monstruosas baratas mutantes. Eu nunca pensei que as únicas sobreviventes de uma guerra nuclear fossem ficar tão sinistras... ah, e o estado do Hulk depois de um "carinho" que elas fazem nele é uma das coisas mais nojentas que já vi numa HQ (se não for a mais). Um triste (e muito bem realizado!) The End pro Hulk.

PS: Nessa edição tem uma outra história, da dupla Garth Ennis/John McCrea, passada durante uma das lutas entre o gigante verde e o exército. Como na época, eu a achei meio tapa-buraco, não escaneei. Hoje, a considero um tapa-buraco de respeito. Ainda não está aqui, mas estará num futuro próximo.

Parte um (4,79 MB):
http://geocities.yahoo.com.br/doggma6666/hulkoultimotita01.zip

Parte dois (2,62 MB):
http://geocities.yahoo.com.br/doggma7777/hulkoultimotita02.zip



FAIR... FAIRCHILD


Quem olha esse rostinho angelical não imagina a sensualidade do "resto" da musa do Gen¹³. A menina é xonadona pelo Clark, mas, como às vezes acontece na vida real, ele não dá muita bola pra ela não. Tsc... tadinha. O próximo Coelhinhas será em homenagem a ela...