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terça-feira, 16 de setembro de 2025
Até logo, Jeremiah
Se foi o Robert Redford. O lendário ator, diretor, produtor e fundador do Sundance Film Festival é dono de um legado gigantesco na indústria cinematográfica. Difícil pensar em alguém com tanto respeito, importância e conquistas em seu ramo de trabalho. Emblemático, atravessou incólume décadas (mais de seis delas) de movimentos e zeitgeists, da Era de Ouro e da Nova Hollywood até aos filmes da Marvel, cabulando seguidamente a sua aposentadoria oficial de 2018.
O homem foi — sempre será — uma instituição. E só de mencionar isto, me dá calafrios em lembrar dos pouquíssimos nomes que ainda restam com essa moral.
É um exercício de futilidade escolher qualquer destaque na brilhante filmografia de Redford. Toda ela é interessante e vale muito ser descoberta e redescoberta. Mas, por muitos anos, tive meus hits de cabeceira.
Perfeitos para fechar com elegância qualquer dia, por mais puxado e mundano que fosse. E, como todos sabem, Redford era a personificação da elegância...
Até logo, Sundance Kid.
Até logo, Jeremiah Johnson.
Até logo, Ken Parker.
Até logo, Robert Redford.
quarta-feira, 23 de novembro de 2022
“Tex! Ah - aaaa... He'll save every one of us!”*
* favor ler no ritmo da "Flash", do Queen.
Atualizações Texianas: pacote só da maravilhosa salve-salve Tex Platinum, edições #30 a #36 (mais 1 Ken Parker). Como estava saindo ora bimestral, ora trimestral, deixei acumular. A notícia ruim é que a Mythos descontinuou o título aí mesmo. A #36 saiu há quase um ano. Perdi o memorando.
A Platinum era uma delícia. Cada edição trazia um arco fechado da Tex Anual (dependendo, até dois). Praticamente um Best Of do Satanás e seus pards. E ainda tinha material pela frente. É realmente uma pena.
Como não faço as mensais, já que Tex procria na coleção mais rápido que uma maldita lebre no cio, só me restaram a Tex Edição de Ouro e a sumida Tex Edição Histórica (cancelaram também?), ambas selecionadas por um rigoroso olheiro Navajo-Vilavelhense. O critério varia, mas qualquer coisa que tenha os traços de José Ortiz, Stefano Andreucci, Alfonso Font (esse, muito, muito perto de fechar tudo), Pasquale Frisenda, Miguel Angel Repetto e os textos de Antonio Segura, Claudio Nizzi e, claro, do onipresente Mauro Boselli, já sai na dianteira.
Vamos ver como será daqui pra frente. Enquanto isso, a Platinum #35 já me aguarda, com o velho Willer enfrentando um... dinossauro.
E não foi a 1ª vez...
Atualizações Paninísticas: chegou em mãos o pedido-dado-como-perdido. 2 meses depois. O pack-faroeste da Mythos veio num galope só: 7 dias corridos. Vergonha, Panini. Ou melhor... Porra, Panini!®

Atualizações Texianas: pacote só da maravilhosa salve-salve Tex Platinum, edições #30 a #36 (mais 1 Ken Parker). Como estava saindo ora bimestral, ora trimestral, deixei acumular. A notícia ruim é que a Mythos descontinuou o título aí mesmo. A #36 saiu há quase um ano. Perdi o memorando.
A Platinum era uma delícia. Cada edição trazia um arco fechado da Tex Anual (dependendo, até dois). Praticamente um Best Of do Satanás e seus pards. E ainda tinha material pela frente. É realmente uma pena.
Como não faço as mensais, já que Tex procria na coleção mais rápido que uma maldita lebre no cio, só me restaram a Tex Edição de Ouro e a sumida Tex Edição Histórica (cancelaram também?), ambas selecionadas por um rigoroso olheiro Navajo-Vilavelhense. O critério varia, mas qualquer coisa que tenha os traços de José Ortiz, Stefano Andreucci, Alfonso Font (esse, muito, muito perto de fechar tudo), Pasquale Frisenda, Miguel Angel Repetto e os textos de Antonio Segura, Claudio Nizzi e, claro, do onipresente Mauro Boselli, já sai na dianteira.
Vamos ver como será daqui pra frente. Enquanto isso, a Platinum #35 já me aguarda, com o velho Willer enfrentando um... dinossauro.
E não foi a 1ª vez...
Atualizações Paninísticas: chegou em mãos o pedido-dado-como-perdido. 2 meses depois. O pack-faroeste da Mythos veio num galope só: 7 dias corridos. Vergonha, Panini. Ou melhor... Porra, Panini!®
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