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quinta-feira, 27 de maio de 2004

ONCE UPON A TIME...



Sempre senti uma grande afinidade "praqueles lados" da Itália. A música, a comida, a beleza de seus cartões postais e, bota principalmente nisso aí, as mulheres. Acho que uma boa parte do que o Brasil é, em termos mulherísticos, se deve à tradição latina que também inclui uma forte herança da cultura italiana. Não posso conceber que somos privilegiados nesse setor devido apenas à influência portuguesa (embora as portuguesas sejam umas deusas também!). Eu me refiro mais à uma certa “safadeza” vigente, que povoa tanto a mente das mulheres quanto a dos homens. E nisso não temos do que nos queixar, pois as brasileiras são o que há. Além, é claro, de serem as mulheres mais bonitas e gostosas desse lado da Via-Láctea.

Natural de Veneza (terra de belíssimas ragazzas), Paolo Eleuteri Serpieri criou o link Brasil/Itália definitivo. Seu trabalho se expande à simples definição de Graphic Novel. Na verdade, ele é um artista à moda antiga e um ilustrador nato que, por acaso, se rendeu à esse formato pop. Grande admirador de western, um de seus primeiros trabalhos profissionais foi em Histoire du Far West, de 1975.

Ficou nessa linha por um bom tempo, desenhando para várias revistas, até 1985, quando houve um giro de 180º na sua carreira. Foi o ano da publicação do clássico Morbus Gravis, um momento ímpar na História da Arte Contemporânea. Exagerei? Pois essa foi a primeira vez que o mundo se deliciou com as curvas da femme fatale Druuna. Só essa credencial já justifica a sua caracterização de ‘clássico’.



DRUUNA!


Apenas uma pequena observação... Desde a época do Phantom Lord (acho que só o Fivo lembra...), que eu prometo um especial da Druuna. Claro que não é a minha intenção publicar algo exclusivo ou coisa parecida, pois são décadas de histórias da personagem. Além do que, Creatura, Le Clone, Mandragora, Aphrodisia, Obssession, Druuna X, entre outras, não são bem HQs, mas verdadeiros livros! Então, para conhecedores da morena mais gostosa dos quadrinhos, não tem nada aqui que vocês já não conheçam. Outra coisa: talvez num futuro próximo, eu publique a deusa “em ação”, mas por hora, o visual das suas pernas, seios e, claro, do seu bumbum maravilhoso, já está mais do que bom. :D





















Existem versões que dão conta de que a Drunna foi inspirada em modelos brasileiras, em especial a gatíssima Ana Lima. Deve ser mesmo, afinal várias poses da Druuna são transcrições literais das fotos dela. Ponto pra gente. Mas se um dia rolasse um filme live-action da Druuna, eu até que não acharia nada mal se a deliciosa Vida Guerra ficasse com o papel principal. Saidêra: clique nas imagens pra aumentar.





Post Scriptum: A Opera Graphica está lançando uma nova personagem que tem algumas, ahn... "similaridades" com a filhinha do Serpieri. Bruuna X, criada por Homero de Romero e Eugênio Colonnese, é uma heroína com uma alta carga de sensualidade e com histórias que também remetem ao enredo habitual de Druuna. É aquele negócio, meio "A Dama do Lotação": em busca do prazer absoluto, Bruuna sai por aí devastando picas alheias e deixando um rastro de destruição pelo caminho. Rolam também alguns personagens fantásticos, tais como magos, minotauros, gênios, e outros que, com certeza, terão de tomar muitas vitaminas pra agüentar o tranco. Ah, e o próprio nome da personagem, Bruuna X, é referência direta à dois álbuns do Serpieri (Druuna X e Druuna X2). É uma cópia descarada de um cara que copiou a gente.

Essa revista que chegou com, pelo menos, uns 20 anos de atraso (e olha que o Colonnese é italiano também!). Abaixo, a capa do lançamento.

domingo, 4 de abril de 2004

É PÁSCOA!




Ooops... não, não... ainda não é a esperada nova edição das Coelhinhas com a Druuna... De qualquer forma, o "chocolate" de Páscoa vai ser adiantado, pois desde o batmóvel que não comentei nada por aqui. A explicação da ausência é pura e simples: rock + mulher = quebradaço, hehehe... Não parei quieto desde quinta, então... vai aí um lance que eu considero especial pra quem ainda não tem...


THOR - VIKINGS #01


Carniceria nota 10, com a história sanguinolenta que sempre se esperou do deus viking. Cortesia da mente doentia de Garth Ennis e do traço extremamente gráfico de Glenn Fabry. Essa hq, originalmente publicada em 1ª mão pelo Immateria, traz o deus do trovão enfrentando os inimigos mais poderosos que ele já encarou. Há mil anos atrás, a tripulação de um navio viking partiu da Noruega para o chamado "Novo Mundo". O problema é que eles estavam sob a maldição de um mago cuja aldeia eles destruíram. Assim eles só chegam agora, em 2003. E o "Novo Mundo" hoje é New York. Problemas à vista para o filho de Odin. E que problemas...

Letras: Thiagaum (dessa vez não fui eu não)
Tradução: Dr. Lecter

http://geocities.yahoo.com.br/thorvks1/thorvks1.zip


STREET FIGHTER - THE COMIC SERIES


Estreando em terra brazilis pelas mãos do excelente MBB Animes, a famosa franquia de games finalmente tem uma versão em quadrinhos realmente... ahn... foda bagarái. E é show mesmo! O traço de Alvin Lee é super-competente, sem cair no lugar comum dos mangás, nem do estilão americano de gravuras. O roteiro de Ken Siu-Chong não arrisca e se dá bem pelo seu minimalismo voluntário (a gente quer mesmo é ver os caras se detonarem pô!). Enfim, HQ de porrada totalmente pauleira e sem ter de agüentar neguinho se queixando por que não lembra do seu passado, nem que sua muié se matou pra salvar o Universo.

Editado e traduzido por: Rockman (não sei quem é, mas valeu cara!)

http://geocities.yahoo.com.br/stfanime2004/StreetFighter-000-17ibc.zip

http://geocities.yahoo.com.br/streetftr/StreetFighter1-02.zip

http://geocities.yahoo.com.br/streetfgthr/StreetFighter1-03.zip