
Muito embora, pessoalmente, não tenha sido arrebatado tanto quanto gostaria (ou deveria). Tal qual o En Sabah Nur ali no canto, imerso em reflexões milenares, eu reluto em aproveitar a festa.
Já havia me incomodado o ritual à renascer carismático na quase Jim-Jonesiana House of X #5, me lembrando que fé demais pode cegar. E no decorrer dessa 6ª edição vi uma Krakoa na frente dos bois. Emocionante, sim, mas prematuro.
Quem pode garantir que a resposta do mundo ao anúncio de Xavier & cia. será de acordo com esses anseios? E se algo der errado de novo? Ou terrivelmente errado? O que acontecerá - ou já aconteceu - em Powers of X #6?
Chega um pouco pra lá, Nur...