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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

William, William Shatner

Ele foi audaciosamente onde o bom senso jamais esteve.

O eterno Capitão Kirk apenas convidou Zakk Wylde para as gravações de seu novo álbum e... e...


Nos confins do sistema solar, esquadras romulanas batem em retirada.

domingo, 25 de julho de 2010

Zakk of the Dead


Com a homenagem ao Dawn of the Dead logo de cara, qualquer elogio meu poderia soar suspeito, mas felizmente não é caso (mas poderia). O fato é que o redneck shredder supremo Zakk Wylde voltou a tocar o terror nas cordas da guitarra. Os novos singles do Black Label Society, "Parade of the Dead" e "Crazy Horse", relembram os bons tempos de 1919 Eternal e The Blessed Hellride.

Destruidoras. O volume do meu som não fica alto o suficiente para essas músicas.






Um retorno às raízes mais que providencial, após Mafia e Shot to Hell, dois álbuns decepcionantes (pra ser gentil). O disco novo, Order of the Black, deve sair no próximo dia 10.

BLS is back!

terça-feira, 8 de maio de 2007

BEER LABEL SOCIETY


A culpa é do Alcofa. Após trocentas recomendações, eu finalmente fui conferir o show do... arram... megafodônico Black Label Society. Em DVD, claro.

Lançado no ano passado, o duplo The European Invasion - Doom Troopin' (Live) traz na íntegra a apresentação da banda em Paris, mais quatro porradas que demoliram o Astoria, em Londres. No disco 2 tem um rockumentário on the road, três vídeos e um making of na faixa.

Ainda que eu já esperasse, a performance é uma marretada na têmpora esquerda. Ao vivo, o grupo de Zakk Wylde é quase uma fonte energia alternativa, elevando seu southern metal pesadão a novos patamares. Impressionante. Com o apoio de uma trinca de músicos afiadíssimos, Zakk fica livre pra debulhar guitarras incessantemente durante o set - que, por sinal, é porrada atrás de porrada, dando só um descanso na bela In This River e numa dobradinha semi-acústica. O legal é que, apesar do altíssimo cacife técnico, Zakk não se rende à solos operísticos, digitados e cheios de escalas. O barulho é privilegiado no mix e chega troncudo, espaçoso, violento, na melhor escola Tony Iommi's Iron Man encontra Eddie Van Halen's Eruption.

Notável também foi a quantidade de cerveja que Zakk matou durante o show. Sozinho, o cara deve ter fechado uma grade ali. Bebe, mas bebe com pressão. Se fosse Black Label mesmo - o whisky -, dificilmente ia terminar o set-list.

E falando em Iron Man, o clássico do Sabbath é citado rapidamente em um interlúdio. Com uma guitarra na mão e um copo de cerveja na outra, Zakk inventou a melhor maneira de tocar Iron Man que já vi >>



Som de macho é isto aqui, porra. Depois que assisti ao show eu ando com muita, mas muita vontade de encher a lata de cerva.

Cadê a minha clava?