
Cavaleiro da Lua é o pontapé inicial para o violento universo urbano da Marvel na Disney+? A saga metafísica do vigilante interage com os eventos do UCM? O Cavaleiro da Lua nas telas é o Batman branco? Acertam o tom na 1ª série com um protagonista inédito e ilustre desconhecido do grande público?
Era o que me perguntava há pouco mais de um mês, antes da estreia do programa criado por Jeremy Slater e gerenciado por Mohamed Diab. Em nome do fair play, neste postinho serei um
Me limito a observar que:
𓄊 É uma série tão irregular que lembra a confusão de personalidades do seu protagonista: tem poucos momentos de brilho, mas com 1 episódio pra chamar Hórus de meu loro (o #5); tem um final absurdamente anticlimático, mas com pós-créditos OnlyFans que atinge incríveis 2.5 pontos na escala Capitão-América-chamando-o-Mjolnir-de-volta.
𓄊 Dois últimos episódios com delivery CGIístico em alta e trocação semi-kaiju, ainda que tímida.
𓄊 Oscar Isaac, patrimônio pop cultural. E Ethan Hawke continua sendo, mas não por essa série.
𓄊 F. Murray Abraham brilha na voz estrondosa do deus lunar Khonshu (já metendo aqui um mea culpa sapeca pelo Venom precoce do outro dia), mas a atriz e produtora jordaniana Saba Mubarak não fica nada a dever na voz imponente da deusa-Cuca Ammit.
𓄊 A Layla da atriz bareinita May Calamawy nos agraciou com um agradabilíssimo déjà vu da Poderosa Ísis com Shayera Hol. Hmmm.
𓄊 Khonshu é o Keyser Söze do panteão egípcio.
Ps: próxima adaptação - Esfinge? Monolito Vivo? En Sabah Nur pós-Oscar Isaac?
Pps: 5&20 é maluco, mas é responsa.
