Mostrando postagens com marcador Gavião Arqueiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gavião Arqueiro. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 1 de novembro de 2024
Velha Abril Jovem
Vou te dizer... os cortes e alterações dos gibis da Abril ainda me dão nos nervos, mas a diagramação, o letreiramento e os retoques – em condições 100% artesanais – eram incrivelmente agradáveis aos olhos. Especialmente aos olhos de um moleque com o conforto de um prático formatinho.
Os caras sabiam fazer.
Tags:
Abril,
Dan Green,
David Michelinie,
Gavião Arqueiro,
Homem de Ferro,
John Byrne,
Mark Gruenwald,
quadrinhos,
Roger Stern,
splash page,
Steven Grant,
Thor,
Vingadores
quinta-feira, 23 de dezembro de 2021
Gaviões do Forró
Costumo torcer por azarões, mas em Gavião Arqueiro o azar foi meu mesmo. Desde o início, a série da Marvel Studios/Disney+ imprimia um tom ameno que me fazia apostar numa dramática virada de eventos no último ato. Ao invés disso, a coisa derrapou feio na reta final. Com espaço mínimo para desenvolver uma narrativa consistente, exageraram na quantidade de subplots —conte comigo: Maya Lopez/Eco, Yelena, mãe da Kate, Ronin, relógio misterioso, Espadachim, Rei— e assim as amarrações foram se acotovelando no último episódio, como se fosse um mix do tradicional arrasta-pé nordestino com a deadline da Marvel.
Mesmo a breve redenção do Vincent D'Onofrio retornando das cinzas netflixianas como Wilson Fisk durou só até a pavorosa sequência de luta com Kate. A despeito do figurino referencial pero inadequado (isso não é exatamente isso), fica difícil saber o que o showrunner Jonathan Igla (de Mad Men) tinha em mente ali. A postura cerebral e austera de outrora deu lugar a atitudes inconsequentes e impulsivas. O Rei do Crime saindo pra resolver um abacaxi com as próprias mãos em público? Tratamento mais pedestre, impossível.
E nem precisa mencionar as flechas mágicas dando conta dos 2 milhões de novos membros da Gangue do Agasalho. O ato final inteiro foi mal dirigido. O atropelamento foi ridiculamente abrupto, praticamente um jump scare, além de impossível: Fisk estava a meio metro de um carro em ponto morto. E se esta versão do Rei tem superforça para arrancar a porta do veículo, então a Kate tem super-invulnerabilidade. Cada soco daquele era pra ela cuspir um pulmão. Muito, muito ruim mesmo.
Outra coisa esquisita foi a Kate vendo a mãe sendo presa por homicídio e na manhã seguinte ela está na casa do Clint pra comemorar o Natal. Merecido descanso, hm?
Uma sobra positiva: a química/bate-bola entre Kate e Yelena. Sempre bem divertidas, especialmente na cena da mão boba no elevador. Quero um episódio girls-night-out das duas soltas em NY pra ontem.
Jeremy Renner já pode pendurar a aljava, o arco e as flechas (claro que a fila dele já andou faz tempo). Suas dívidas com o MCU —e vice-versa— foram quitadas.
Só não precisava daquele musical Broadwayesco breguíssimo nos pós-créditos. Apertei o fast forward como se não existisse amanhã...
Tags:
Disney+,
Eco,
Florence Pugh,
Gavião Arqueiro,
Hailee Steinfeld,
Jeremy Renner,
Kate Bishop,
Marvel,
Maya Lopez,
MCU,
quadrinhos,
Ronin,
séries,
Vincent D'Onofrio,
Viúva-Negra,
Wilson Fisk,
Yelena Belova
quarta-feira, 15 de dezembro de 2021
Viúva, Interrompida
Só quebrando a tradicional castidade/procrastinação do BZ sobre as séries do UCM para destacar uma das cenas mais bacanas daquela grade. O 5º episódio de Gavião Arqueiro abrindo com a Viúva-Negra Yelena (nossa querida, maravilhosa, salve, salve, Florence Pugh) indo e voltando do Blip em tempo real me fez pensar nos zilhões de pequenas histórias sensacionais que poderiam ser contadas a partir dessa perspectiva humanizada do evento. Após aquilo, fiquei babando pra ver uma novelinha ao estilo Televisa em que Yelena ia descobrindo chocada o que se passou no mundo nos últimos 5 anos —e, claro, com a sua irmã Natasha.
Mas não rolou, nem vai rolar. O jeito é garimpar satisfação em algum fanfic por aí. E isso não desejo ao meu pior inimigo (bem...!).
Sobre o episódio propriamente dito, os atores e atrizes seguem tirando leite de pedra. O roteiro insiste na mesma toada mediana com reviravolta previsível e um timing coalhado de tão vencido. Fosse no 2º ou 3º capítulo, teria estremecido os alicerces aqui. E jamais daquela forma tão preguiçosa e miguelenta, ainda. Presença de palco conta, Marvel Studios.
Tirando isso, de boa. Antes tarde do que... não, teria sido melhor antes mesmo.
Tags:
Florence Pugh,
Gavião Arqueiro,
Hailee Steinfeld,
Jeremy Renner,
Kate Bishop,
Marvel,
MCU,
Natasha Romanoff,
quadrinhos,
séries,
Viúva-Negra,
Yelena Belova
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
A Saga da Crise nas Infinitas HQs

Ainda não foi dessa vez que a bolha do mercado nacional de HQs estourou. Mas que houve uma estremecida esquisita entre o final de 2015 e este início de 2016, isso houve. E não vindo apenas das editoras, mas também da distribuição, que, por padrão, atrasa tanto quanto antecipa títulos, mas que agora parece ter batido um recorde do caos.
A programação dos lançamentos foi implacável: tijolões de Crise nas Infinitas Terras, A Saga da Fênix Negra, A Liga Extraordinária: Século e as incessantes coleções da Salvat, Eaglemoss e DeAgostini se embolando com arrobas de edições de dezembro que só há pouco aportaram em bancas e lojas. Isso sem mencionar aquisições indie fora da curva, carinhosamente garimpadas em nome de uma coleção com a cara do dono.
Resultado: janeiro foi meu mês mais $obrecarregado desde que passei a registrar a experiência. Sentei o dedo nessa porra.
O problema da quantidade deixou de ser dos mixes mensais para ser dos encadernados. Especialmente agora, com a chegada do material dito "clássico" às graphics da Salvat, onde o aproveitamento por edição foi elevado substancialmente. Histórias antes relegadas às edições adulteradas da editora Abril finalmente publicadas com acabamento digno - embora não na ordem ideal, cronológica, proposta já sepultada pelo naufrágio das linhas Biblioteca Histórica Marvel e Crônicas, da DC.
Mesmo assim o paliativo é saboroso. Quem não fazia a coleção inteira e dava graças a Crom por isso, pode passar a carteira - e já viu a extensão #11, Contos de Asgard, que coisa linda e irresistível? Bem dizia aquela máxima dos filmes: "cuidado com o que deseja".
Das editoras menores, apenas a Mythos e seus minions cantoneses parecem manter seu nicho de mercado. Muito disso é culpa de um certo ranger texano e seus, até ontem, 11 títulos regulares variando entre almanaques em formatinho preto e branco e trade paperbacks coloridos gigantes. Ele e um bárbaro cimério contam com uma vantagem sobre seus pares da 9ª arte: um público informal não segmentado que já foi mais forte em tempos idos.
E que, aliás, segue como fonte de piadinhas infames recorrentes...

O público original de Tex e Conan no Brasil
Uma das consequências imediatas desse boom quadrinhístico são os relançamentos dos títulos mais populares num curto espaço de tempo em relação à publicação original. É uma tática predatória cujo reflexo é sentido nas linhas mais baratas, como os mixes, e que não parece projetar algo positivo a longo prazo.
A base desse mercado, afinal, é o cronograma mensal, popular, não o das "edições definitivas". Do mesmo jeito que ocorre lá fora.
Mas cá estou eu com a minha coleção de Capitão América & Gavião Arqueiro fechada recentemente...

Voei perto do Sol com asas de pisa brite...
...me vendo estranhamente acostumado com a aquisição do encadernado do Clint Barton.

Mais um dia no escritório da repetição. Algo tão óbvio assim só senti com a minissérie Grandes Astros Superman e sua edição TP. E olha que elas tiveram 4 anos de gap.
Pelo menos o Cap de Rick Remender foi divertido. Será que vai ter encadernado também?
Levi Trindade, editor da Panini, não parece nem um pouco preocupado: segundo ele, a agenda de relançamentos vai seguir em ritmo industrial em 2016. Entre a avalanche de mangás e a ótima Maravilha de Brian Azzarello e Cliff Chiang, a reedição com o melhor timing periga ser a de O Imortal Punho de Ferro, da abençoada dupla Ed Brubaker/Matt Fraction.
Não apenas pela série live-action que se forma no horizonte, mas também por um dos meus exemplares de Marvel Apresenta. Das três edições onde a série foi publicada, entre 2008 e 2009, as duas últimas nunca saíram do plástico. Já a primeira...
Papel que não respira vive melhor...
Acho que isso soluciona algumas polêmicas colecionistas.
* * * * *
Esse post subiria no finalzinho de janeiro e foi prorrogado para o fim do Carnaval, mas não tive como deixar passar algumas coisas que foram surgindo. Principalmente porque o assunto parece bastante ligado ao tal "ritmo industrial" dos relançamentos de luxo que a Panini vem imprimindo de uns bons tempos pra cá.

Crise nas Infinitas Terras e X-Men: A Saga da Fênix Negra, sem maiores apresentações, excetuando os preços: 115 e 85 reais, respectivamente. Considerando cenário econômico, importância das obras, projeto gráfico e material extra (em especial, o de Crise), justo, muito justo. Justíssimo.
O problema é que foram dois lançamentos de grande porte evidenciando profundas deficiências de revisão da editora. Ainda não li - ou revisei, rá. Me limitei a conferir se constavam lá os erros noticiados via Facebook, YouTube, fóruns e blogs, talvez, na esperança de ser uma falha isolada a alguns lotes da gráfica. E pelo jeito, não foi.
Em A Saga da Fênix Negra já virou famosa a cena do Wolverine e suas "gatas de adamantium".
Mas o pior veio algumas páginas antes.
Terrível.
A revisão de Crise nas Infinitas Terras também "não faz feio" com dois diálogos trocados que, se não trazem nenhum prejuízo às tramas principais, no mínimo bagunçam completamente a cena.
Nada, nada, um erro que nem a Abril e suas traduções la garantia soy yo cometeram.
Questionado sobre o caso nos comentários do Distopia Cast, novamente Levi Trindade, sempre boa-praça e solícito, não desconversou e pareceu genuinamente surpreso com os erros.
Segue o trecho.
joaqquinno 5 dias atrás
+distopia cast
Valeu, pessoal, já assisti e foi mesmo bem legal. Parabéns! Agora quero dar uma sugestão de tema para os próximos papos como Levi e o pessoal da Panini: traduções e revisões. Está cada vez mais assustador a quantidade de erros bizarros nas traduções do material da Panini, inclusive nos deluxe que custam uma fortuna. Desde letras falatando na capa até balões inteiros em branco ou com texto errado (recentemente encontraram problemas na Saga de Fênix recém-lançada). As CHM (editadas pela Carol, se não me engano) vem com erros grosseiros de português, dignos de quem não entende nada de gramática e ortografia (é burrice mesmo, e não "erro de digitação"). Acho que isso valeria um especial, pois tá sendo sistemático o problema e tá ficando difícil a situação! Valeu e, no mais, continuem fazendo o bom trabalho (e evitando as coisas "sem nexo" que de vez em quando aparecem, hehehehe)!
Leia mais
·
+joaqquinno Oi, joaquuinno. Muito obrigado pelo seu comentário. Realmente, ocorreram algumas falhas e já conversamos com as pessoas responsáveis. Sobre o caso do livro da Fênix Negra, recebi um contato via nossa página no Face de que havia uma página duplicada, mas nas edições que recebemos da gráfica isso não ocorreu. Então, peço que, se possível, caso você tenha uma edição com esse problema (que é muito bizarro), que encaminhe fotos das páginas em questão pro pessoal do Distopia Cast e depois eles enviam pra gente, beleza? Até agora, não encontramos nenhuma edição com esse problema, mas se houver ela será trocada. Porém, se o problema for outro, por favor, nos informe também.
No ano passado, tivemos um problema na gráfica com a reimpressão de Cavaleiro das Trevas. Magicamente, em uma página, alguns balões ficaram em branco. Porém, os arquivos em PDF estavam corretos e eram os mesmos que a gráfica tinha recebido. A gráfica, neste caso, se responsabilizou pelo ocorrido (apesar de não ter conseguido explicar satisfatoriamente o ocorrido, já que apenas alguns balões da página estavam em branco, enquanto que outros continham textos normalmente) e reimprimiu toda a tiragem do livro novamente. Nós efetuamos a troca para todos que compraram. Antes disso, já tínhamos suspendido a distribuição e solicitado a devolução para as livrarias e lojas que haviam recebido o livro.
No caso de Liga da Justiça: Origem, houve reimpressão do livro e todos que compraram o livro com o erro de digitação na lombada tiveram o livro trocado.
Sobre os erros de tradução e revisão, estamos pegando bastante no pé da galera que cuida dessas áreas, mas algumas coisas andaram passando. Vamos reforçar o cuidado nessa questão.
Um forte abraço,
Levi Trindade
Panini Comics
· 1
E foi isso aí.
Até posso relevar a troca dos balões de Crise - a rigor, o mesmo erro pavoroso constante em Sandman - Edição Definitiva (volume 1, pág. 343). Que é frustrante visto de modo isolado, mas que, no conjunto, não ofusca o fato de que é uma belíssima e imperdível edição. Isso se não encontrarem mais vacilos cabulosos, lógico.
Já os erros de Fênix Negra, ao meu ver, configuram com louvor os requisitos para um recall. Penso que são falhas tecnicamente bobas, porém pontuais. E traçam um cenário interno grave que só pode ser explicado pela completa ausência de revisão (que, em tese, é composta por várias etapas redundantes com mais de um profissional envolvido), possivelmente causada por contenção de gastos ou por alguma deadline ambiciosa - ou coisa pior, para os conspiradores de plantão.
Não consigo acreditar que foi apenas incompetência coletiva. Sem ironia.
Pretendo acompanhar os desdobramentos disso. Vou cornetar nos perfis da editora, cutucar por e-mail, enviar as fotos e tudo o mais. Recomendo a todos a mesma atitude. Se surtir efeito prático, também vou querer um novo corrigidinho e nos conformes. Se rolar só umas desculpinhas, bem... não vou ficar mais pobre por causa disso. Mas vou ficar mais chato.
Por hora, está inaugurada oficialmente a tag Porra, Panini! aqui no BZ.
Tags:
aquisições,
blogosfera,
Capitão América,
colecionismo,
DeAgostini,
Eaglemoss,
fumetti,
Gavião Arqueiro,
Marvel Apresenta,
Panini,
Porra Panini!,
Punho de Ferro,
quadrinhos,
Salvat,
Tex,
X-Men
quinta-feira, 5 de março de 2015
O verdadeiro desafio de Whedon será fugir de seus próprios clichês
O novo trailer de Vingadores: Era de Ultron está sendo recebido com honras de chefe de estado nerdsfera afora. Não é pra menos. Joss Whedon está colhendo cada fruto plantado no divertido e eficiente Os Vingadores, de 2012. A ação e a interação entre arquétipos (e atores, e escolas) tão díspares foram estruturadas de maneira plenamente funcional e pop.
Assim como na prévia anterior, essa despeja competência e profissionalismo no quesito aventura. Teremos Hulk versus Hulkbuster, Mercúrio atropelando Cap em mach-5, mais uma pose "Avante Vingadores!" pra galeria, Ultron e muitos, mas muitos Ultrons. Daí uma sensação de déjà vu quase fulminante me acordou do transe: Whedon parece estar seguindo à risca a cartilha do bigger, faster & stronger das continuações hollywoodianas.
Sai Thor, entra o Homem de Ferro no UFGama, Mercúrio numa cena análoga ao do Mercúrio de X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, explosões mil, Nick Fury engessado em sua nova função de mentor extra-oficial, Robert Downey Jr. perdendo o brilho e o tesão a olhos vistos e o que periga ser a framboesa desse bolo: o exército de Ultrons.
Provavelmente interligados numa consciência-colméia gerenciada pelo Ultron original e sujeitos à mesma fraqueza do exército Chitauri do 1º filme, requentada do exército alien-cyborg da bomba Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles - destrói-se a fonte e os demais caem como um castelo de cartas. Deus ex machina nas máquinas mais uma vez?
E falando em máquinas, porque o Visão está sendo tão preservado? Algum pé atrás?
Whedon já comentou sobre o trabalho absurdamente extenuante que teve para coordernar o circo todo. Tomara que não a um preço comprometedor...
Tags:
Capitão América,
Chris Evans,
cinema,
Gavião Arqueiro,
Homem de Ferro,
Hulk,
Joss Whedon,
Mark Ruffalo,
Marvel,
MCU,
quadrinhos,
Robert Downey Jr.,
Scarlett Johansson,
trailers,
Ultron,
Vingadores,
Visão,
Viúva-Negra
terça-feira, 25 de março de 2014
Bateye
Então... estava eu tranquilo e infalível como Bruce Lee, só aguardando a derradeira edição de Vertigo...
...e assim eu poderia finalmente alcançar o tão sonhado Graal de zero compras de mensais e entrar de vez no clubinho exclusivo dos encadernados e alguns eventuais encalhernados. Enfim, era um rito de passagem vital e necessário para eu me tornar uma pessoa melhor.
Mas a Panini tinha outros planos e resolveu colocar o ótimo Gavião Arqueiro de Matt Fraction num mix com o Cap.
O que ficou?
Mais uma rodada de sofrimento auto-impingido com uma providencial ajuda dos capos da av. São Gualter, São Paulo.
Tudo bem, o mix desce legal. E tem a ver. Devoro o gibi antes mesmo de botar os 6,50 mantegas na mão da mocinha da banca. O problema é o acabamento.
Estou aqui com a recém-adquirida edição número 005 (por Dormammu, até qual numeração eles pretendem chegar com isso?), de fevereiro de 2014... no final de março. A edição 006 já consta no checklist desse mês quasi-moribundo, mas nem vi sinal da dita cuja. A distribuição das quatro edições anteriores foram tão erráticas quanto. Já vi duas edições irem pras bancas no mesmo dia e nem constarem no site da editora.
O que me leva ao segundo ponto: Gavião do Fraction mixado com o Cap do Rick Remender e uns Vingadores Secretos de bônus secreto vá muito lá. Mas sério que nenhuma das sensacionais capas do David Aja mereceu um lugar no pódio?
Pô, Panini. Se não melhores que as do Quesada e a do outrora fabuloso Romitinha, certamente muito superiores àquela do Simone Bianchi na edição 004...
* * * um minuto de silêncio agora... ela merece * * *
...e assim eu poderia finalmente alcançar o tão sonhado Graal de zero compras de mensais e entrar de vez no clubinho exclusivo dos encadernados e alguns eventuais encalhernados. Enfim, era um rito de passagem vital e necessário para eu me tornar uma pessoa melhor.
Mas a Panini tinha outros planos e resolveu colocar o ótimo Gavião Arqueiro de Matt Fraction num mix com o Cap.
O que ficou?

Mais uma rodada de sofrimento auto-impingido com uma providencial ajuda dos capos da av. São Gualter, São Paulo.
Tudo bem, o mix desce legal. E tem a ver. Devoro o gibi antes mesmo de botar os 6,50 mantegas na mão da mocinha da banca. O problema é o acabamento.
Estou aqui com a recém-adquirida edição número 005 (por Dormammu, até qual numeração eles pretendem chegar com isso?), de fevereiro de 2014... no final de março. A edição 006 já consta no checklist desse mês quasi-moribundo, mas nem vi sinal da dita cuja. A distribuição das quatro edições anteriores foram tão erráticas quanto. Já vi duas edições irem pras bancas no mesmo dia e nem constarem no site da editora.
O que me leva ao segundo ponto: Gavião do Fraction mixado com o Cap do Rick Remender e uns Vingadores Secretos de bônus secreto vá muito lá. Mas sério que nenhuma das sensacionais capas do David Aja mereceu um lugar no pódio?
Pô, Panini. Se não melhores que as do Quesada e a do outrora fabuloso Romitinha, certamente muito superiores àquela do Simone Bianchi na edição 004...
Assinar:
Postagens (Atom)








