Atualizar um título é um dos momentos mais melancólicos e nonsense da rotina de colecionar quadrinhos. Melancólico porque é um processo de desapego. É nessa hora que toda aquela magia nostálgica costuma ir pro saco. Nonsense porque, se você já tem o bendito gibi, então por que pegar uma versão nova? Entre prós e contras, existe a praticidade, os extras, a diferença das dimensões, da diagramação, do papel, da impressão e quadrinhofilias afins. A vida não é fácil.
Felizmente, também existem casos como os de Batman: Gótico. Ou Gothic, dependendo do editor.
A HQ saiu originalmente em Legends of the Dark Knight #6 a #10, entre abril e agosto de 1990. O roteiro de Grant Morrison segue uma linha detetivesca com elementos faustianos/sobrenaturais. Como de praxe no título, a trama se passa nos primeiros anos (meses?) do Cruzado Embuçado envergando o capuz. E inclui algumas patacoadas já anacrônicas para a época, como a ridiculamente-elaborada-armadilha-infalível-da-qual-o-Morcego-escapará-no-último-instante. Era o bom e velho Morrison pagando tributo ao seriado sessentista enquanto se deliciava com sua salada de cogumelos, ácido e ecstasy — o café da manhã dos campeões.
A arte trazia Klaus Janson onde não havia nenhum lápis para ele transformar em algo do Klaus Janson que não fosse o dele mesmo. Que é bem irregular, diga-se. Não duvido que tenha tascado o nanquim de primeira. Mas o emprego da retícula Zip-A-Tone ficou show de bola.
No Brasil, a história foi publicada em 5 partes na cultuada Um Conto de Batman em julho de 1991 e encadernada em dezembro do mesmo ano. A Abril estava ligeira (isso, mais a hiperinflação acabaram com minhas preten$ões de acompanhar gibizinhos naquela década). É uma delícia revisitar a obra nos dropzinhos do formato americano original. Ainda é o melhor jeito de ler quadrinhos, mas que, misteriosamente, nunca pegou por aqui.
E o melhor de tudo foi algo que só relembrei agora, atualizando para a versão em capa dura. Foi dali que saíram alguns momentos icônicos da edição nacional de quadrinhos...
Justiça seja feita, o ato de traduzir, que normalmente já é um trabalho traiçoeiro, às vezes adquire contornos demoníacos. Ainda mais quando pipoca um trocadilho intraduzível, como foi o caso deste "Bat" (de "bastão") - "Man". É sensacional, embora completamente alienígena para a nossa realidade.
Nada que a tradução nacional não desse conta com o jeitinho brasileiro na ponta da agulha.
Literalmente, o cara-que-bate. Genial é pouco.
Podia até torcer o nariz para a malandragem da "tradução localizada", não fosse o próprio nome do herói por aqui uma subversão adaptativa clássica — que ninguém liga e até agradece.
No expediente, os créditos da tradução e adaptação são do Estúdio Art & Comics, dos sócios Helcio de Carvalho, Dorival Vitor Lopes e, claro, Jotapê Martins. Este, com toda a certeza, o pai da criança.
Muito embora, ache que, diante de tal abacaxi e com os prazos batendo na canela (Um Conto era quinzenal), é bem possível que o engenhoso Jotapê tenha se inspirado em uma fonte muito louca.
A 1ª aparição de um "Bate Man", em MAD #60, da Vecchi (jun/1979)
E na edição da Panini?
A solução foi surpreendentemente sucinta.
Os créditos são dos manosDiogo Prado (tradução) e Pedro Catarino (adaptação). Faltava ao Jotapê essa contemporaneidade.
Mas sem problema. Na Gothic da Abril, os nomes originais eram meras telas em branco aguardando o talento de um artista. E esse artista era ninguém menos que João Paulo Lian Branco Martins.
Também conhecido como JotapêPaulão.
Nessa atualizada melancólica e nonsense decidi pelo impagável e pelo sensato: vou manter as duas edições.
1/4¹ – E segue a saga Panini X Guia dos Quadrinhos e O Povo. Ou a editora resolveu torrar o que restou do filme dela ou a coisa toda foi de um azar sem precedentes.
1/4² – Paco Plaza, co-diretor de [REC], irá adaptar a (pesada) HQ Ritual Romano, de El Torres, Jaime Martínez e Sandra Molina Ritual. Na trama, um ex-padre descobre que o próprio Papa foi possuído por um demônio.
1/4³ – A série animada JJ Villard’s Fairy Tales promete subverter/perverter os clássicos contos de fadas e terá os talentos vocais dos ícones Linda Blair, Robert Englund, Corey Feldman e Jennifer Tilly. Pelo trailer hilário, a pegada tosca e demencial do [adult swim] foi seguida à risca. Estreia prevista para 10 de maio.
2/4¹ – Se vai o quadrinhista argentino Juan Antonio Giménez López, aos 76, vítima do COVID-19. O renomado ilustrador e roteirista era designer industrial por formação. Mesmo dono de uma bibliografia impecável, é quase inevitável destacar seus trabalhos na Métal Hurlant, num dos segmentos do filme Heavy Metal (1981), no título O Eternauta e, especialmente, na série A Casta dos Metabarões ao lado de Alejandro Jodorowsky – e Giménez certamente foi um dos únicos artistas no mundo capazes de segurar o rojão visual idealizado pelo chileno. Um mestre. E inesquecível.
2/4² – Após muitas tentativas de contato e ajuda de amigos e colaboradores, o Guia dos Quadrinhos finalmente teve alguma elucidação oficial sobre a estranha ação cease & desist de um advogado da Panini. Não que a editora tivesse feito qualquer esforço: dos 4 parágrafos, dedicou apenas 1 para um esclarecimento – e longe de algo que remotamente lembrasse uma retratação. Porra, Panini!
3/4¹ – Divulgada a passagem de Bill Withers, em 30 de março último, aos 81. O cantor, instrumentista, compositor e produtor era uma verdadeira escola do soul e do r&b e de sua interação com o rock, o blues e o folk. Logo no 1º disco, Just as I Am (1971), contou com a guitarra do lendário Stephen Stills e teve no hit "Ain't No Sunshine" uma de suas canções mais emblemáticas. Cansado de lidar com os executivos da indústria musical, Withers pendurou o violão em 1985 com apenas 15 anos de carreira e 8 álbuns de estúdio. Frequentador assíduo do Grammy (levando, sendo indicado ou homenageado), também foi induzido ao Rock and Roll Hall of Fame em 2015. Gênio.
Before Dave Cockrum has Wolverine take off his mask in Uncanny X-Men #98, John Byrne had done and pitched this design for what he looked like under there. What might have been. pic.twitter.com/MQ3vPoawy0
3/4² – Tom Brevoort revela como era o rosto do Wolverine originalmente imaginado por John Byrne. O visual de lenhador brucutu me lembra aquele ator das antigas, o parrudão Denny Miller.
3/44 – Adiados:Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis pra 7 de maio de 2021, Doutor Estranho: No Multiverso da Loucura para 5 de novembro de 2021 e Thor: Amor e Trovão para 18 de fevereiro de 2022.
DEAR FRIENDS OF MINE after giving some thought to this, I have decided to share with you that I tested positive with...
Publicado por Duran Duran em Domingo, 5 de abril de 2020
5/4¹ – John Taylor, do Duran Duran, foi diagnosticado com o novo coronavírus há 3 semanas. Felizmente, o baixista está quase recuperado. E descreve a doença como uma "gripe turbinada". O oposto de "gripezinha", me parece.
5/4² – Em abril de 1981, uma cópia de The New Teen Titans #6 foi impressa com o conteúdo da Marvel Two-in-One #74. Hoje, essa edição com o erro de gráfica está à venda no eBay por módicos US$ 1.200.000,00 (6.192.000,00 bozos no câmbio de hoje). Nossos mercenários precisam comer muito feijão com arroz ainda.
6/4¹ – No podcast da Amy Schumer, Quentin Tarantino revela que em 1997 queria muito dirigir um longa do Luke Cage com Laurence Fishburne – no que foi desencorajado pelos amigos, que preferiam Wesley Snipes. Mas a ideia era ótima: no filmão Garantia de Vida (Michael Apted, 1998), Fishburne interpretava o samaritano Socrates Fortlow, um autêntico super-herói do gueto, muito próximo das releituras mais realistas do Lucas. Eu vi o que você viu, Taranta... eu vi...
6/4² – Eita. O (ex?) The Flash Ezra Miller agarra uma fã islandesa pelo pescoço e a joga no chão – tudo capturado em vídeo e já viralizado aos quatro cantos da web. Olha, existem mil maneiras de enterrar uma carreira, mas acho que essa é uma das mais... hã, The Flash...
6/4³ – Entediados com a reclusão urbana devido ao novo coronavírus, policiais da Louisiana resolveram agitar as coisas e usaram a sirene da franquia The Purge (!!) para o toque de recolher nas ruas – algo equivalente à vinheta do Plantão da Globo pipocando no meio de um desenho infantil. Mas juraram por suas mães mortinhas que não farão de novo.
7/4¹ – A lindíssima Emmanuelle Chriqui (de Entourage) será Lana Lang em Superman & Lois, da CW. Nem sabia que havia uma nova série live action com o Azulão e a Lois em produção. Será que irá na linha romântica do Lois & Clark noventista?
7/4² – E falando em lindíssimas, Amber Heard periga ir pro xilindró por falsificar evidências contra seu ex-marido Johnny Depp. É como dizia Nelson Rodrigues: "nem todas as mulheres gostam de apanhar, só as normais." Ops.
7/44 – Cool Quarantine é novo programa de rádio/podcast de Henry Rollins. Além da seleção finíssima (raridades e bootlegs de Public Enemy, Iggy, Cramps, Devo, Radio Birdman, etc), o ex-Black Flag compartilha vários causos curiosos, como ele e Ian McKaye (Minor Threat, Fugazi) num show do Led Zeppelin nos anos 1970. O nome do programa é autoexplicativo e ainda justifica a duração: 4 horas. Que passam voando, diga-se.
8/4¹ – A Sentient Entertainment fará um remake do ótimo Os Outros (The Others, 2001), de Alejandro Amenábar. Ah, precisa não...
8/4² – Se vai o gigante Morris "Mort" Drucker, aos 91. O fim de uma era. Cartunista e simplesmente o maior caricaturista de todos os tempos, Drucker iniciou sua carreira nos quadrinhos em 1947, em pleno pós-Guerra, com 18 anos. No outono de 1956, após inúmeros freelas para a DC, Atlas, Dell e outras, passou a integrar o staff clássico de colaboradores da MAD Magazine e entrou para a História. E lá foram mais de cinquenta anos de pura excelência artística. Incomparável.
10/4¹ – Alguém ainda tem paciência para mais um remake de Hellraiser? Talvez valha a pena juntar o pouco que resta para mais uma incursão no inferno do Pinhead: a sensação David Bruckner, diretor dos elogiados Southbound, O Ritual e The Night House, estará à frente do novo filme, via Spyglass.
10/4² – Com a bilheteria morna de Doutor Sono, a ousada sequência de O Iluminado, os planos para o prequel de origem The Overlook Hotel foram pelo ralo. Mark Romanek, ex-diretor do projeto, estava empolgado com o script, porém admite que o orçamento seria salgado.
10/4³ – Se vai Nobuhiko Obayashi, aos 82. O diretor, roteirista e editor japonês é mais conhecido no Ocidente por seu megacultuado filme de estreia, o inovador e lisérgico "terrir" Hausu, de 1977 – o único material que conheço do cineasta. Obayashi também dirigiu (literalmente milhares) de comerciais para o mercado nipônico com estrelas como Kirk Douglas, Catherine Deneuve e até Charles Bronson (!). YouTube, aqui vou eu!
10/4³ – Ainda no terreno das refilmagens: Gary Dauberman (roteirista de A Freira, dos dois IT, da subfranquia Annabelle e da malfadada série do Monstro do Pântano... em outras palavras, parceirão de James Wan) irá dirigir uma nova adaptação do livro 'Salem's Lot, de Stephen King, famoso pela cultuada minissérie homônima de 1979, chamada aqui A Mansão Marsten – aquela, do Nosferatu boladão.
10/45 – Conferências, concertos, eventos esportivos, etc, só lá pra outubro de 2021 – é o que estima o oncologista e bioeticista Ezekiel "Zeke" Emanuelem entrevista ao NYT.
13/4¹ – Se vai Moraes Moreira, aos 72. Poucos artistas mereceram tanto o título de "patrimônio nacional" quanto ele, seja com o brilhante Novos Baianos ou na popularíssima carreira solo. Músico excepcional que misturava samba, rock, frevo, choro e ritmos afro com uma facilidade sobrenatural, Moraes levou alegria ao povão até nos momentos mais sombrios do país. Vai fazer (muita) falta. Valeu, Moraes!
14/4¹ – Dia desses, a atriz Deborah Ann Woll, a vampirinha Jessica, de True Blood, e a Karen Page, do Demolidor da Netflix, desabafou sobre a falta de novas oportunidades e confessou seu medo de não voltar a atuar. E os ex-colegas de cena Vincent D'Onofrio e Jon Bernthal apareceram para dar aquela força à amiga.
15/4¹ – Se vai Rubem Fonseca, aos 94. O multipremiado cronista, roteirista e romancista mineiro é considerado um dos pilares da literatura nacional. Muitas de suas obras foram adaptadas em filmes e telesséries, como A Grande Arte, Buffo & Spallanzani, Lúcia McCartney, O Cobrador e Agosto – este, baseado nos acontecimentos que culminaram no suicídio de Getúlio Vargas. Fonseca, por sinal, é um perfeito paradoxo político: apoiador do golpe militar de 1964 e ex-contratado do IPES, sua morte e importância cultural sequer foram lembradas pelo atual governo.
15/4² – O KS de Dreadstar Returns ultrapassa a meta de 28 mil doletas em tempo recorde. Será a 1ª vez em 30 anos que Jim Starlin revisita o universo do herói. Aliás, será o retorno do próprio autor às HQs, visto que estava aposentado devido a um ferimento (já recuperado) na mão.
It is with heavy hearts we announce that our father, Brian passed away last night from natural causes, not Covid-related. Larger than life, generous to a fault, a proud and devoted father and grandfather, he will be missed by his wife Jennifer, family and many friends. pic.twitter.com/ILyrGpLnc3
16/4¹ – Se vai Brian Manion Dennehy, aos 82. Sua produção no cinema, em telefilmes e séries é impressionante. Todos que assistiram qualquer coisa nos últimos, sei lá, dois anos, já viram Dennehy em algum papel – sem falar em sua longeva carreira nos palcos. Antes de tudo, Dennehy tem formação clássica em drama. Premiadíssimo (Globo de Ouro, Tony e Emmy inclusos), era hors-concours em teatros e montagens de Shakespeare e Beckett. Mas é inevitável lembrar de seus papéis famosos no cinema, como o xerife linha-dura do 1º Rambo, o líder ET em Cocoon, o detetive de F/X: Assassinato sem Morte, o advogado de Acima de Qualquer Suspeita, o treinador cruel de Gladiator: O Desafio, o Montéquio de Romeu + Julieta, o paizão boa praça de Mong & Lóide, etc, etc, etc. Todos nós crescemos assistindo e nos divertindo com o Dennehy. Literalmente, grande cara.
16/4³ – O Iluminado e a Liga da Justiça Dark vão virar séries pela HBO Max em parceria com a Bad Robot. Os caras não brincam em serviço. Resta saber se Overlook (a série d'O Iluminado) irá aproveitar a ideia de Mark Romanek para o engavetado prequel do hotel from hell.
17/4¹ – Eu sei, eu sei, não é bem uma notícia. Mas não quero ver isso sozinho.
17/4² – E é isso: San Diego Comic Con 2020 cancelada. A organização agora trabalha com a programação do evento para julho de 2021. Seguraram o anúncio o máximo possível. Mal posso imaginar o tamanho do preju...
17/4³ – Nic Pizzolatto, criador de True Detective, quer elevar o conceito de BATMAN COM PREPAROa níveis celestiais!
17/44 – Tentando contornar a incontornável parada da Diamond na logística de quadrinhos, há alguns dias, a DC decidiu redirecionar a distribuição direto aos varejistas – começando a partir do dia 28 de abril (!). O varejista Brian Hibbs expôs a missão (financeira e literalmente) suicida em plena quarentena de prevenção ao COVID-19. E ainda creditou a paternidade da criança ao quase chefão Jim Lee.
20/4 – Tom King está finalizando uma maxissérie "insanamente ambiciosa" e ainda não anunciada. E deixou uma prévia. Estou tão sem pistas que aquela moça pra mim é a Karen Page, que além de finada, é da Marvel.
TORPEDO 1936
Você pediu, a Figura executou!
TORPEDO 1936, clássico absoluto do quadrinho mundial será publicado integralmente no Brasil. O primeiro volume sai em maio, no Catarse.
Publicado por Figura em Terça-feira, 21 de abril de 2020
21/4¹ – A editora Figura anuncia um Catarse para o lançamento de Torpedo 1936, o clássico de Enrique Sanchez Abuli e Jordi Bernet!!Madre di Dio!
21/4³ – Em meio ao caos gerado pelo COVID-19 na indústria do entretenimento, a Marvel rescinde os acordos com os showrunners televisivos Steve Lightfoot e Paul Zbyszewski. Na prática isso significa que vários projetos da Casa da Ideias foram pro vinagre, como uma possível retomada da série do Justiceiro (Lightfoot) e as séries Helstrom e Ghost Rider (Zbyszewski), entre outros.
23/4 – Se vai Michael Mantlo, irmão do quadrinhista Bill Mantlo. O fato foi noticiado pela viúva num grupo dedicado ao artista no Facebook. Michael era cuidador de Bill desde 1992, quando foi vítima de um atropelamento que o deixou com sequelas irreversíveis. Sempre lutou pelo reconhecimento artístico do autor (co-criador do agora famoso Rocket Raccoon, entre outros personagens) e também para cobrir suas despesas médicas por meio de projetos beneficentes. Um irmão e um super-herói de verdade.
Ainda lembro da minha 1ª MAD: matando uma das últimas aulas do ginásio, emprestada de um parceiro de crime. Logo nas primeiras páginas, fiquei deslumbrado com as caricaturas de Mort Drucker numa sátira impagável de Atração Fatal, thriller com uma Glenn Close apavorante que reprisava com frequência na TV.
Foi muito esquisito me acabar de rir das mesmas cenas que normalmente me perturbavam bastante até então...
Nunca tinha visto nada parecido. Nenhuma piada impressa era tão detalhista, tão bem produzida. Claro, depois disso, eu queria mais do Mort.
Sem menosprezar os gênios Don Martin, Dave Berg, Sergio Aragonés, Jack Davis, George Woodbridge, etc, mas foi especialmente por causa de Drucker que comecei uma coleçãozinha da MAD. Comprei religiosamente por uns bons 3 ou 4 anos, Deus sabe como.
Pra mim, o Mort sempre foi o carro chefe. O MAD Master.