quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Feiticeira Nota 1000


Sensação-mor da MegaCon, em fevereiro último. E não estou me referindo ao simpático e imaginativo velhinho.

Não sei como a moça está respirando ali, nem quantas costelas ela mandou para o limbo, mas uma coisa eu sei: é o melhor cosplay de Feiticeira Escarlate que já vi. E olha que fazer uma Wanda decente sempre foi das missões mais difíceis.

Sério. Se eu fosse o Stan exigiria meus direitos de criador sobre esta criatura. Ali mesmo, no carpete.

Merece uma galeria Coelhinhas da Mansão Triple XXX, só pra ela (e alguns bicões). Primeiro live-action da série, alterando psiquicamente as probabilidades por uma boa causa.

Sneak peek aos 05:56 >>




Ps: quem souber o nome da vingadora, favor informar nos comentários. Pago em gratidão eterna e bons pensamentos. Ou quase.

O estranho mundo de Eli Roth


Bebidas, rock & roll, souvenirs macabros e, lógico, muito gore, perversões trash e até umas pitadinhas de grand guignol. É o Goretorium do maluco Eli Roth. Parece ser uma escala obrigatória em quaisquer férias que se prezem.

Mas tem que preparar o bolso: a bagaça fica em Las Vegas...

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Hoje eu vou tomar um porre!


Desde a última vez que chequei, as notícias não estavam muito animadoras pro lado de The Goon. A animação adaptada dos quadrinhos de Eric Powell a ser produzida (e dirigida?) por David Fincher em parceria com o Blur Studio era mais do que promissora. Porém, com a falta de intere$$e de Hollywood, o jeito foi recorrer à tática do crowdfunding, o que seria a única chance para viabilizar o projeto.

De início foi mesmo uma quase-certeza, com contribuições chovendo na conta. Apesar da impressionante mobilização dos fãs, o movimento foi caindo e ainda faltavam 100 mil dólares para cumprir a meta de 400 mil. E restavam apenas 5 dias.

Pelo ritmo gotejante das doações das últimas semanas, a missão era praticamente impossível.


Eu já estava deixando o estádio quando um coro ensurdecedor de gol ressoou internet afora...

Eles conseguiram!

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Deathstroke 2.0


Detalhe da capa de Deathstroke #3, por Simon Bisley. Há tempos que o Slade Wilson precisava mesmo de uma repaginada visual, mas não curti nada essa nova versão. Pouco prática, over e genérica, parece um personagem de Soul Calibur, aderindo à tediosa tendência armaduresca dos "personagens New 52" da DC (até o Super parece estar numa armadura... pergunto, pra quê?). Se fosse pra ficar assim, preferia que continuasse no look pirata com botas boca-de-sino.

Em contrapartida, a coisa vingou bem no traço do Biz. Com sua recente evolução de estilo, as capas ganharam em fluidez, como se fossem extraídas do meio da ação a mil por hora (confira a #1 e a #2). Quase me convencem a conferir essa nova fase - em seu estágio inicial, já que depois a coisa muda...

O Exterminador é desde sempre um dos meus personagens favoritos dos quadrinhos de super-heróis. Já em priscas e inocentes eras, seu maior diferencial era o caráter ambíguo e uma complexidade poucas vezes vista, além, é claro, da fama de ser um dos maiores moedores de carne das HQs. Moral esta construída lenta e criteriosamente, sem a superexposição atual que o vitimou - e também a outros bons personagens, como Wolverine e Fanático.

E já segurou rojões. Rojões do tipo que poucos heróis, supers ou não, teriam aguentado sem enlouquecer ou se bandear para o outro lado da Força. Como, por exemplo, enterrar dois filhos - sendo um deles ceifado pelas próprias mãos, num ato de compaixão e sacrifício extremos.


Esse aspecto "doa a quem doer" sempre foi uma constante na trajetória do velho Slade. Outro bom exemplo está na revista Super Powers n° 9 (maio de 1988), no segmento "Os dois lados do ódio!". O roteirista e co-criador Marv Wolfman mostra que não faz concessões com ele mesmo em histórias menores. Na trama, Mutano está à caça do Exterminador, a quem considera responsável pela morte de sua "namorada" Dana Markov, a ex-titã Terra.

Wolfman, além de pontuar a caçada com uma catártica virada de mesa, também resolveu explicitar em alto e bom som uma suspeita que ficou no ar durante a saga O Contrato de Judas.



E ela só tinha dezesseis...

Isso hoje? Nem pensar.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Quando o inferno estiver cheio...


Frenético trailer de Guerra Mundial Z (World War Z, 2013). A noção de caos global é bem transmitida (ainda que a montagem vertiginosa lembre a Escola Bay de Cinema), Brad Pitt faz mesmo cara de preocupado e o formigueiro de zumbis digitais nem de longe lembra os bonecos de massinha de Eu Sou a Lenda. É público e notório que a produção teve sua cota de problemas, mas esta apresentação deu um novo ânimo. Pra mim, pelo menos.

Sou dos que acham OK mortos-vivos recém convertidos e em boas condições físicas (tirando, lógico, o fato de estarem mortos, ha-ha) atingirem o índice olímpico nos 200 metros rasos. Tragédias à parte, se uma invasão de zumbis lentos parece um convite à diversão, o mesmo não se pode dizer de uma turba de zumbis velozes e furiosos.

Na verdade, seria a primeira coisa que eu perguntaria se informado de um apocalipse zumbi...